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Frase de Gustavo Alexandre (Paper Man)

Elogios vazios Ditos da boca pra fora Fúteis e infundados Não são presentes A verdade cada vez Mais se deforma É feio enxergar Que os números tomaram lugar Da beleza de se apreciar Preserves o que é de real E não a ilusão visual A que tu abra os olhos ao amanhecer, No dia a dia a se envolver Do ar que inspira ao ar que transpira Vejo o sol nascer Tão simples não? E ao mesmo tempo muitos não vê Presos no tempo pode lhe adoecer A grande batalha é estar Juntar todas as viagens E deixar tudo pra lá Vamos presenciar As lembranças que lhe vem As transforme para o que convêm De que te faz parte ao o que importa O futuro é agora Joga a dor no buraco Pega a visão e decola Alimentar la vida Compartilhando o que tens Com bom senso La vida é única O meu presente

Gustavo Alexandre (Paper Man)

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Pensador.com

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Outras frases de Gustavo Alexandre (Paper Man)

O paraíso foi transformado em um inferno da noite para o dia E num piscar de olhos a alegria passou a ser fantasia Que a mente cria para fugir do mundo trivial
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O paraíso foi transformado em um inferno da noite para o dia E num piscar de olhos a alegria passou a ser fantasia Que a mente cria para fugir do mundo trivial Onde a maior parte é virtual mental Onde muitos se adoecem, por essa vida fútil e banal Em tempos de velocidade, tecnologia, imediatismo e muita revolta O ego transborda Vira campo de guerra E brigam por atenção Senso de competição Feito um inocente na prisão Querem ser todos o dono da razão E esquecem da união Que ninguém tem posses, E tudo está além de Ter É muito mais, é Ser! É ser aquele que não só ouve Mas que sabe escutar É ser aquele que não só observa Mas que sabe apreciar E que não só aprende Mas que sabe ensinar O valor que não é o saber Mas o que faz acontecer Acumular, não faz ascender Vamos olhar para frente e aprender O mundo atual é estranho Onde se busca por poder E a indiferença se promover E a essência morrer Quero vivenciar, errar e aprender! De lembranças e sonhos O mundo se embriaga Contra o tempo pedem explicação Desnorteados esquecem de pisar no chão

Quero apenas poder ser parte Deu um sentimento que se reparte E não entope
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Quero apenas poder ser parte Deu um sentimento que se reparte E não entope Me confronte Me conforte Me sufoque Deixa eu provar da arte Encontrar a parte Despir-me a alma Voar ao norte Dançar com o vento Viver o momento Aprender com o tempo Aprender vivendo Andar feito um zumbi Perder -se em si Reféns do medo e da tecnologia Afogados na vaidade e hipocrisia Tudo se distancia Me bate euforia A vontade é gritar Acordem! Precisamos enxergar Não é o mundo que vai acabar É as pessoas que estão a degenerar Satisfazem as artificiais vontades E só realça uma falsa sensação de liberdade

Crise Existencial - Parte I Vejo no canto, sempre escutando Aquele olhar, absorver observando
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Crise Existencial - Parte I Vejo no canto, sempre escutando Aquele olhar, absorver observando Em devaneios vai tragando Dilacerando o seu ser Crises existenciais, cada faísca procura transcender Relação banal, aquela feita apenas para saciar uma vontade carnal Percebo a extravagância e a beleza dos flashes Tudo normal, competir e guerrear E esquece de se completar e transformar Detalhes que observo Meus olhos dispersos Sufoco ao respirar Quando encontro um vazio no olhar Onde não há o amar Se matar Dilacerar Me desolar Se isolar!

Precisava do mínimo! Mínimo de carinho Mínimo de atenção
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Precisava do mínimo! Mínimo de carinho Mínimo de atenção Mínimo de verdade Mínimo de amor Da luz da alma Da sua calma Da sua mão Da União União flutuando em conexão Todos os extintos não são nada Quando a paixão De resto é tudo efêmero Nada flui, só dilui ao decorrer No silêncio vem o saber Só basta observar e absorver Na sua calma a paz na alma Vai ascender, transcender É a vida não basta amar Tem que aprender e crescer E um dia florescer Semear e colher