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Frase de Alanna Stefany

FAZ DE CONTA Eu gostava de fazer de conta que eu era uma estrela. Ficava horas e mais horas retirando forças para fagulhar meu brilho, enquanto nenhum ser se preocupava em dar uma simples espiadela. Isso era tudo de que precisava, uma espiadela, que faria todo o sentido em minha tola existência. Em toda essa imensidão, em todas as maneiras de universos e galáxias possíveis, eu nem sequer encontrei quem me carecesse um piscar. Mas, dentre desatenções, você instintivamente brilha. E como que toda escuridão já era me feita, não pude perceber. Você insistia, não adiantava. Tentava novamente, nada. E quando eu me vi, realmente, em um ensejo, tremeluzi como se todas as forças do mundo se encontrassem em mim. Nós brilhamos juntos, como que o céu todo não fizesse sentido, e nós brilhamos juntos em extraordinária alegria. Mas, na verdade, todas as forças do mundo não se encontravam em mim, nem em você. A luz que a gente compartilhava foi enfraquecendo, mas as coisas continuavam sem sentido algum. E essa história de ser estrela não era mais tão fantástica. Ousei não desistir, essa conspiração toda que o universo fez ao nosso favor não iria se quebrar assim. Quando te mostrei meu brilho, aquele que você nunca tinha visto antes, você deu aquela simples espiadela que eu tanto precisava. E isso foi o bastante para mim. Daí, nós explodimos completamente em um amor sem fim, e o barulho ecoa até hoje em meu céu.

Alanna Stefany

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Lágrimas caiam de seus olhos, sussurros escapavam de seus lábios. - Amor verdadeiro. Onde você está? E um silêncio se fez presente. Para sempre.
Engraçado, toda vez que eu erro uma palavra quando teclo e vou reescrevê-la, eu preciso apagá-la toda para que meu eu interior fique satisfeito. Não que eu seja uma maluca cheia de neuroses ou algo do tipo, mas é que eu tenho coração até mesmo com as coisas mais bestas da vida. P…
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Engraçado, toda vez que eu erro uma palavra quando teclo e vou reescrevê-la, eu preciso apagá-la toda para que meu eu interior fique satisfeito. Não que eu seja uma maluca cheia de neuroses ou algo do tipo, mas é que eu tenho coração até mesmo com as coisas mais bestas da vida. Penso como se eu fosse a palavra ate então equivocada, e que você seria a continuação. Mas ai eu esqueço tudo e começo novamente, porque todos merecem uma chance, principalmente você. Eu esqueço aquele meu lado egoísta de sempre e te aceito mais uma vez, só mais essa vez. Essa é a minha parte chata do nosso amor.

Uma coisa é eu dizer que te amo. Outra coisa é eu dizer que não aguento mais. Não posso permitir que você me jogue de um lado para o outro como quem nada sou. Como quem nada quero. Como quem nada sinto. Porque eu sou tão humana quanto você, e àqueles seus momentos falhos em que o…
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Uma coisa é eu dizer que te amo. Outra coisa é eu dizer que não aguento mais. Não posso permitir que você me jogue de um lado para o outro como quem nada sou. Como quem nada quero. Como quem nada sinto. Porque eu sou tão humana quanto você, e àqueles seus momentos falhos em que optei por vedar. E tudo por um pouco de amor. Nunca pensei que o mesmo fosse me requerer tanto. Mas assim aconteceu, e eu cai. É, eu cai, mas não por ser tola; eu precisava de um pouco de amor. Talvez fosse só mais uma fraquejada boba de quem quer tanto uma prova e acaba segurando qualquer ação de desespero. Então logo passa, como eu já li em algum lugar, somos feitos de fases. E então eu acho que virei a página e tento recomeçar, colocar-me em primeiro plano e sugerir-me que amanha vai ser bem melhor. Penso no que farei pra te esquecer, listo os lugares que não devo ir, tentando não cruzar com você, com esse seu jeito todo que me faz querer que tudo mais dane-se. Você não sabe o quanto isso me assusta, e do efeito que tem sobre mim. Mas ai eu recupero o chão, pareço estar saciada. Dai vem o amanhã, eu já preciso novamente de amor. Mas hoje eu vou partir, porque o ônibus da vida me espera a conduzir-me por cidades melhores do que você quis ser. Eu quero mais é viver, meu bem.

Palavras. Não, não as trato como palavras, trato-as como vidas. È o meu gesticular, a minha maneira de tentar participar de alguma felicidade, ou talvez inventá-la. São metamorfoses das minhas mais alheias emoções, que passam a vida inteira procurando soluções sobre o que eu real…
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Palavras. Não, não as trato como palavras, trato-as como vidas. È o meu gesticular, a minha maneira de tentar participar de alguma felicidade, ou talvez inventá-la. São metamorfoses das minhas mais alheias emoções, que passam a vida inteira procurando soluções sobre o que eu realmente escrevo. E venho a escrever cada vez mais, pois assim busco sentir a verdadeira magia que elas escondem. Eu acredito em cada ponto que se caiba, em cada pensamento entrelinha, em cada qualquer registro. Eu acredito nas palavras, somente nas palavras. E elas estão sempre a me confundir.