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Frase de Raileza

Eu ando tão infeliz, sufocada em malditas lembranças que diariamente reabre feridas. Ah, João, eu sinto tanta raiva de não conseguir te perdoar. Dói tanto aqui dentro. Eu não tenho dormido direito. Meus pesadelos estão frequentes. E não há esforço que eu faça, que eu consiga de fato de perdoar. E eu quero tanto João, tanto. Quero me livrar do fantasma que você se tornou na minha vida, quero viver minha paixões e quem sabe João, retribuir um desses carinhos que eu recebo em uma esquina qualquer. Nesse momento eu sinto um nó na garganta, dá vontade de te ligar e te falar tanta coisa, falar das coisas que você jura que eu não sei, das minhas mágoas, de quanto você foi a maior decepção da minha vida. E não era mera expectativa João, você já foi um bom rapaz, decente, confiável. Você mudou João, abriu uma porta pela qual eu passei e nunca mais consegui entrar de volta. Eu venho sempre nela, fico perto de você, mas nada mais do que isso, as vezes eu te olho pela janela mesmo. E João, enquanto eu tiver essa mágoa, o meu ódio e meu suposto amor estarão aqui. Me corroendo feito ácido, estragando meus dias e impedindo minha evolução. Eu te odeio tanto João, tanto. Eu te amo tanto, João. Você deveria morrer, ou eu deveria morrer.

Raileza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Raileza

Eu sei que as pessoas vem e vão, mas também sei que o que é ou foi verdadeiro fica, e disso você não pode fugir. Vai carregar pelo resto da vida e não ache estranho quando daqui a uns anos você se pegar sorrindo lembrando de algo bobo meu. Acontece, aí você vai lembrar que foi mu…
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Eu sei que as pessoas vem e vão, mas também sei que o que é ou foi verdadeiro fica, e disso você não pode fugir. Vai carregar pelo resto da vida e não ache estranho quando daqui a uns anos você se pegar sorrindo lembrando de algo bobo meu. Acontece, aí você vai lembrar que foi muito bom e que dali você aprendeu muito, foi feliz e vivenciou coisas lindas, só que o tempo passou e a regra do "nada é para sempre" se aplicou a nossa vida, mas não as recordações boas e felizes e teu novo amor vai te perdoar por isso e vai tentar ser tão marcante quando eu fui e assim a vida vai seguir...

"Não são os carinhos ausente e o fago da paixão que mata, é o olhar que nada mais diz, o silêncio que é incomodo. A percepção que era em duplicidade, aos poucos vai se tornando individualista, egoísta com sentimento oposto do que era de inicio. O amor não acaba por falta de raz…
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"Não são os carinhos ausente e o fago da paixão que mata, é o olhar que nada mais diz, o silêncio que é incomodo. A percepção que era em duplicidade, aos poucos vai se tornando individualista, egoísta com sentimento oposto do que era de inicio. O amor não acaba por falta de razões, o amor é a única razão, porém o amor vem em várias formas e no final das contas, o ser aprender a viver sem uma delas"

Já até, em certa vez durante minha indecisa adolescência, mas confesso: Não sei fazer "tipinho". Essa coisa de tentar agradar a todos e se desagradar não é comigo. "Ah sim! Sou muito rude e intolerante pra ficar sorrindo ao ouvir "bla-bla-blas", ou fingir que não gosto de tatuag…
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Já até, em certa vez durante minha indecisa adolescência, mas confesso: Não sei fazer "tipinho". Essa coisa de tentar agradar a todos e se desagradar não é comigo. "Ah sim! Sou muito rude e intolerante pra ficar sorrindo ao ouvir "bla-bla-blas", ou fingir que não gosto de tatuagens para parecer mais séria, ou esconder meu lado ético e socio-cultural, para fugir da caretice e ser mais rebelde. Nada de rebeldia sem causa. Sou egoísta demais pra não viver da forma exata que quero e com quem quero. Com o tempo aprendi táticas de convivências, mas não engoli as de conveniências"

Não me orgulho de muito do que fiz, mas por já ter feito não voltei atrás, tive forças pra me impor e segurar minhas decisões, deixei de me importar com muitos e isso não me faz nenhum pouco mal, sinto saudades de alguns risos, mas não me martirizo por isso. Há outros tempos, out…
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Não me orgulho de muito do que fiz, mas por já ter feito não voltei atrás, tive forças pra me impor e segurar minhas decisões, deixei de me importar com muitos e isso não me faz nenhum pouco mal, sinto saudades de alguns risos, mas não me martirizo por isso. Há outros tempos, outras ideias, outras pessoas, outros mundos... Não há porque se entristecer com quem foi embora com suas pernas ou a quem mandei embora, muita coisa há por vir, nem sempre tão boas, mas a cada uma sempre algo intenso a se recordar.