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Frase de Clara Medeiros

Tinha visto isso em um filme, mas de primeira, achei algo super clichê e descartei. De uns tempos para cá, vi o quanto aquela dinâmica do filme tinha sentido. Fui até minha estante e tirei de lá meu dicionário e cacei a palavra adeus. Peguei uma tesoura e tirei a palavra, depois a amassei e joguei no lixo. Na hora, ri de mim mesma: Parecia tão mais bonito e fácil no filme! A mãe havia recortado do dicionário a palavra desistir, e depois que ela morreu, seus filhos foram criados sem saber o que “desistir” significava. Infelizmente, eu sabia o que “adeus” significava. Eu já havia dito adeus, já tinham me falado adeus… A palavra nunca fora usada para dar uma notícia boa ou para fazer uma declaração de amor, era só para despedidas, em sua maioria, eternas. Queria ter crescido como os meninos, sem conhecer essa maldita palavra, mas agora já era tarde, mas mesmo assim, não deixei de fazê-lo. Algum dia, minha filha irá vir me perguntar o que significa a palavra adeus, e eu sorrirei para ela e lhe direi: “Para a sua sorte, essa palavra não existe, meu bem.

Clara Medeiros

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Pensador.com

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- E como a senhorita deseja seu café? - Doce, por favor. Porque de amarga já basta a minha vida.
Essas pessoas acham que sabem o que é o amor, e saem por ai criando conceitos, achando mesmo que o amor é aquilo o que elas dizem, e sinceramente: Acho isso muito irritante. Uma vez, uma garotinha que caminhava sozinha pelo parque sentou-se ao meu lado e perguntou-me o que era o…
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Essas pessoas acham que sabem o que é o amor, e saem por ai criando conceitos, achando mesmo que o amor é aquilo o que elas dizem, e sinceramente: Acho isso muito irritante. Uma vez, uma garotinha que caminhava sozinha pelo parque sentou-se ao meu lado e perguntou-me o que era o amor. Quando retruquei a pergunta, ela disse que o amor era o pior sentimento que existia, que ele só fazia machucar. Passei a mão na cabeça daquela pobre pequena, que com aquela tão pouca idade, já tinha um conceito tão duro e ruim sobre o amor. Sorri para ela e lhe respondi com firmeza: “Amor é um sentimento lindo, querida. Nos faz sentir especiais e adoça o coração, e existem vários tipos de amor: Amor de mãe, amor de amigo, de Deus… Mas tem um tipo de amor que faz a gente se apaixonar até por um cara parado na esquina, e este, diferente dos outros, trás consigo um pequeno problema: Muitas vezes, o cara parado na esquina não sente o mesmo, e isso pode machucar muito, mas também não quer dizer que só por isso o amor em si é ruim! Nada disso! Quem faz o amor se tornar ruim são as pessoas que não sabem amar.” A menina sorriu, pediu obrigada e pulou do banco, voltando para seu caminho. E quando lhe perguntei para onde ela ia, me respondeu sorrindo: “Vou ensinar as pessoas a amar de verdade!”, e desde aquele dia, eu soube que nem todos vão pensar que o amor é o que inventam, e sim, que é o sentimento que adoça e amarga o coração. Tudo por causa da garotinha, eu espero!