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Frase de Leni Martins

Longe de mim mesmo! Estou longe de mim mesmo, Vagando em pensamentos, Oprimindo meus sonhos, Desprezando meus desejos. Longe das fantasias, Longe dos entusiasmos, Vivendo a realidade Sobrevivendo de um passado. Estou longe de mim mesmo, Vivendo o que mais temo, De corpo cansado e alma morrendo! Olhos vendados, pés amarrados Punhos fechados, amargo veneno. Longe de mim mesmo! No suicídio dos meus dias, Eu vou me entorpecendo, Matando as alegrias, Matando-me por dentro. Estou muito longe! Muito longe de mim mesmo!

Leni Martins

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Esgoto a céu aberto, humanos comem lixo, sem nenhuma perspectiva de vida, muitos cometem suicídio -Quem são os culpados? Eu te respondo: -São os políticos. Guerra fria... no poder legislativo, eles burlam as leis... pra seus próprios benefícios. Olho por olho... dente por dente... Os governantes não se importam com a fome desta gente. O desemprego já virou rotina , é sapato furado e molhado esperando o ônibus na esquina... È assim que você pensa. olho por olho, dente por dente, não é seu sapato... seu safado presidente. Doentes em hospitais, morrem como indigentes, é porque não são familiares dos políticos e presidentes. Crianças estão jogadas em calçadas e avenidas, sem um teto, sem escola pedem esmolas pela vida. Enquanto tudo isto acontece, a corja do poder rouba e enriquece, esquecem que quando morrerem, levarão somente as vestes. Doutores das leis assinem a alforria, libertem a humanidade da miséria condenando os governantes por homicídio e covardia.

Não temo mais... os fantasmas que me perseguem. Eles já fazem parte das minhas noite e tardes.
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Não temo mais... os fantasmas que me perseguem. Eles já fazem parte das minhas noite e tardes. Convivem comigo em meu cárcere. Fazem-me companhia em dias de nuvens negras onde o sol não brilha. Na lama, onde atolo minhas poesias, escureço meu olhar, perco minha alegria, confesso em meus versos as tristezas dos meus dias Não temo mais ao confrontar-me comigo, já me vejo no espelho como assombração admito... ser um ser abatido, meio sem cor, pálido e ferido. Vou ficando frio... sem emoções..neste meu vazio. No oco do meu mundo vou desfilando letras e compondo meu absurdo. O escuro não me aflige mais... se não tenho estrelas fico apenas com os vendavais. Se nem o vento aqui passar, fico apenas com o silêncio a me silenciar. Não temo mais a boca seca, nem as mãos cruzadas, nem ao arrepio que me chega em horas desesperadas. Ajoelho-me e me entrego ao exílio de minhas palavras. Durmo entre as navalhas... Acordo entre os punhais. Tornei-os desprezíveis, não me cortam nunca mais.