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Frase de Ariane de Moura

Ao soar dos sinos Traz de volta , traz pra mim Revoga o beijo o cheiro , desejo Arromba a porta que ficou trancada Não por opção , mas por orgulho besta . Segure os dedos minhas mãos Não solte não vá embora , fique . Resista , peça , me queira Me dispa. Beba de mim, sugue de mim Sussurre enquanto beija minha boca Converse no meu ouvido Com sua voz rouca . Sorria Quando fechar lentamente os olhos Enquanto se curva sobre mim Abra as pernas e como na cadeira Sente , apoie seus braços e viaje em me Passeie com as mãos no meus pescoço Busque meus olhos pra se Impeça minha fuga . Beije-me Não me deixe ir.

Ariane de Moura

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Pensador.com

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"⁠Refletida " Minha pele e corpo Reporta o espelho de mim
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"⁠Refletida " Minha pele e corpo Reporta o espelho de mim Nem o mais profundo dos oceanos Poderiam explicar o que minha alma grita Você pode ouvir Você consegui ouvir O grito da sua alma Você consegue entender o que está pedindo Com o passar do tempo Eu entendi , percebi Que nada que façamos Saciara o ego de uma alma atormentada Você pode ouvir , Consegui ouvir os suspiros Os gemidos Se sim olha pra se Enquanto ela grita "Socorro, socorro"

⁠⁠"Adeus " Eu vou me lembrar Vou me lembrar da dor
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⁠⁠"Adeus " Eu vou me lembrar Vou me lembrar da dor Das noites inteiras de choro Da sensação de agonia Da espera incessante Que nunca acabava Do meu coração sangrar Sem saber o porque Da minha pele fria Da perda da falta de apetite Da dor , da minha própria companhia Do pânico , da falta constante Do assoprar do vento congelando as lágrimas do meu rosto Em todo caso Eu sempre vou me lembrar.

Não sou só um poeta Do que morreria um poeta Bêbado , solitário , vagante
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Não sou só um poeta Do que morreria um poeta Bêbado , solitário , vagante Abandonado , descrente De amigos e parentes Eu digo que não Um poeta morreria Se as palavras lhe faltasse Se a beleza da dança entre elas Parassem de existir Se o encaixe perfeito Não rompesse mais a barreira sagaz Se na pele do poetante Não houvesse mais melancolia Para matar um poeta Não basta só corta-lhe a língua Tem que arrancar-te as palavras Matando seu coração, e mesmo assim Com o coração morto O que ele poetiza Irá ecoar .

"Coração de gelo" Em dias quentes De amores gelados
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"Coração de gelo" Em dias quentes De amores gelados Eu bebo vinho⁠ E me embriago Em beijos mornos E bocas superficiais Eu perdi o equilíbrio Quem fez a maldita regra de gelo Que locura é essa que vivem E brindam com tanto fervor Longe de mim participar desse devaneio Longe de mim Me entregar há abutres sem amor .