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Frase de Valdiclayton Pontes

O eu - objeto Qual a objetividade dos objetos? Para que são feitos? Se fosse eu um, notável seria? Não sei... mas seria eu um reflexo do meu modo de pensar ou as pessoas me veriam como elas quisessem? E se eu fosse um objeto? Talvez eu fosse um lápis, acordando com a minha vontade de mudar a minha própria história. Ou talvez uma borracha? Se você me ver como uma pessoa que finda, sem a sua aceitação? Acredito que talvez eu nada seria, como um vácuo... mas o que é o vácuo? É diretamente importante o que eu faço aqui? E se for para mim, é para a pessoa ao meu lado? Seria o objeto eu ou o próprio sendo observado? Talvez eu fosse um dinheiro, mas bem pouco, como pagamento pela minha alta ambição, mas dinheiro em objeto, tocável, palpável... E se fosse para ser o objeto que eu quisesse ser? Escolheria ser um livro-objeto, não para que mostrasse outras histórias, mas para que lessem a minha, a história de um grande bobo que já pensou em ser um homem-objeto.

Valdiclayton Pontes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Hoje não sou o mesmo de ontem e de amanhã É porque meus sonhos nunca morrem, e para alcança-los, preciso mudar todo o dia...
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Hoje não sou o mesmo de ontem e de amanhã É porque meus sonhos nunca morrem, e para alcança-los, preciso mudar todo o dia... Só a música é meu sonho... então vou mover as cordas do violão e achar a razão de viver, que é essa música que está em mim... Se eu desafinar, arranjo um jeito de resgatar a música na vida. Porque estou tocando as primeiras cordas da paz e da amizade, Deixe-me continuar minha canção... Aquela em que se faz o que é mais admirável... A expressão da alma, do pensar, do sentir, do desejar... Ah, o amar... o amar se faz presente nas belas canções cheias de melindrices e outras simples e cheias de amor, Não se faz uma música sem uma voz, Assim como não espero cantar sem o auxílio de umas belas notas De umas belas Inspirações... E é por isso que toco e canto, é porque toco e canto que se faz o toque e o canto Por majestade ou por ousadia, Por invenção ou teimosia, Toco as cordas de meu violão.