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Frase de Marcella Nicolini Furtado

O tempo passa sem eu ao menos perceber... O tempo voa e eu não queria mais crescer... Tudo na vida que eu sempre sonhei em ter, Acabei perdendo em um descuido, sem querer... Até parece que o passado me acorrentou. Presa nele, junto a ele eu sei que estou. A saudade, os momentos não me deixam esquecer... Não sei como, mas hoje eu vivo sem você... Quem sabe, um dia, os mesmo caminhos iremos cruzar... Os meus olhos com os seus olhos vão se encontrar... Mas isso não passa de um sonho em que eu insisto em sonhar... Mesmo de longe, não deixei de te amar...

Marcella Nicolini Furtado

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Marcella Nicolini Furtado

(...) Então decidimos fugir para qualquer lugar. Deixamos o destino escolher o caminho. Fugimos sem rumo algum... Mas por que fugir? Não importa... Só quero estar com você... Só com você e mais ninguém...
O amor é um mito ou uma verdade? Uma ilusão ou uma realidade? Uma alegria ou um sofrimento?
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O amor é um mito ou uma verdade? Uma ilusão ou uma realidade? Uma alegria ou um sofrimento? Uma união ou um desentendimento? O amor é eterno ou limitado? É original ou copiado? É sincero ou mentiroso? Tem coragem ou é medroso? O amor é um sonho ou um pesadelo? É um enfeite ou um modelo? É único ou bifásico? É triste ou é trágico? O amor é concreto ou sensível? É discreto ou invisível? Tem alegria ou tem tristeza? Tem dúvida ou certeza? O amor é ausente ou prestativo? É passivo ou é ativo? É igual ou diferente? É completo ou pendente? O que é o amor? Ele existe ou foi inventado? Ele existe ou foi inventado? Foi inventado? Inventado?

E ele olha no fundo dos teus olhos e diz: “Eu nunca te amei como aquela antes de ti... Desculpe-me, mas tentei procura-la em ti... Tentei esquecê-la tentando te amar... Mas tudo foi em vão. Os beijos não são os mesmos, os olhares não são os mesmos, as palavras são sem sentimento…
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E ele olha no fundo dos teus olhos e diz: “Eu nunca te amei como aquela antes de ti... Desculpe-me, mas tentei procura-la em ti... Tentei esquecê-la tentando te amar... Mas tudo foi em vão. Os beijos não são os mesmos, os olhares não são os mesmos, as palavras são sem sentimento algum... Desculpe-me... Juro que tentei... Mas tudo me lembra ela... O sol, o mar, a flor... É ela, não você... Desculpe-me” Pobre coração...

Tudo começou naquela tarde fria, onde a chuva batia fortemente na janela. Eu ficava observando atentamente a dança sombria dos galhos das árvores, o desespero das nuvens cinzentas, o berrar dos raios... Sozinha fiquei naquele quarto escuro, acompanhada somente dos meus pensament…
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Tudo começou naquela tarde fria, onde a chuva batia fortemente na janela. Eu ficava observando atentamente a dança sombria dos galhos das árvores, o desespero das nuvens cinzentas, o berrar dos raios... Sozinha fiquei naquele quarto escuro, acompanhada somente dos meus pensamentos pessimistas e sarcásticos... Ouvi uma voz. Quando me dei conta, estava conversando com o meu inconsciente. - Onde estão todos os outros? - perguntou-me. - Outros? Não há outros nesse mundo, apenas eu. - respondi. Aquela voz perturbou-me durante toda à noite, fazendo-me perguntas nas quais nunca parei de fato para pensar. - Em que mundo é esse onde tu vives? - Vivo em um mundo onde só eu tenho acesso, onde só eu possuo as chaves de todas as portas. - Por qual razão revolveu isolar-se dos demais? - Por qual razão eu viveria junto aos demais? - retruquei. - Há pessoas lá fora que se preocupam contigo. - Não, não há. Todas aquelas pessoas estranhas que habitam aquele outro mundo querem apenas iludir-me com palavras já antes ensaiadas. - Não deixe o pessimismo abalar-te. - Está querendo iludir-me também com esse discurso positivista? - Quero apenas ajudar-te a ver o mundo de uma outra maneira. - Acho melhor eu tentar te ajudar a abrir os olhos para a realidade e parar de fantasiar as coisas, achar que tudo e que todos são seres decentes e humanos. - Mas todos são humanos como você. - NÃO! Jamais volte a dizer isso. Odeio ser comparada aos demais. Se todos aqueles seres estranhos forem realmente humanos, considero-me desde já uma "coisa" perdida na imensidão. - Mas você também pisa no mesmo chão que eles. - Não piso! Pare de uma vez por todas com isso! Pare de comparar-me àqueles seres anormais, nos quais são movidos através de máquinas e de uma inteligência artificial, que não têm coração e não sabem o significado dos sentimentos! - Realmente você é uma pessoa diferente e enxerga o mundo de outra forma... - Foi tão difícil assim chegar nessa conclusão totalmente previsível? Silêncio...