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Frase de Padre Zezinho

VELHAS ROSEIRAS Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas pareciam sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saia da casa um do outro... De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta. Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... O que sei é que fiz muitos amigos e não conservei aquelas amizades. De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas.

Padre Zezinho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Poema do amigo aprendiz Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto.
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Poema do amigo aprendiz Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder. Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida, Da maneira mais discreta que eu souber. Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade. Sem falar, quando for hora de calar. E sem calar, quando for hora de falar. Nem ausente, nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz. É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender! E por isso eu te suplico paciência. Vou encher este teu rosto de lembranças, Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...

Senhor, dai pão a quem tem fome E fome de justiça a quem tem pão. Dai-me seguir a mesma estrada
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Senhor, dai pão a quem tem fome E fome de justiça a quem tem pão. Dai-me seguir a mesma estrada Que termina onde todos são irmãos. Dai-nos fé, dai-nos amor, Dai-nos coragem de morrer Para que os homens Tenham medo de matar. Dai-nos fé, dai-nos amor, Dai um caminho para todos, Pois muitos já não sabem onde andar. Senhor, dai-nos paz que não é trégua E voz que não reboa pra ferir, Prudência pra falar primeiro, De nunca usar a força, Mas de ouvir. Dai-nos fé, dai-nos amor, Dai-nos coragem de sorrir Para que os homens Tenham medo de odiar. Dai-nos fé, dai-nos amor, Dai um caminho para todos, Pois muitos já não sabem mais amar.