Frase de Lyster da Cruz
VENTOS DE MADRUGADA Virão ventos de madrugada Em sombras escuras De cacimbos mal amanhecidos Esfriando os descalços pés da mulembeira No relento ressonar do fim da noite Virão ventos assanhados e famintos Que roubarão da terra A semente deste cultivo de pobre Virão ventos Ventos como gentes Que comerão a terra e a sua gente Virão ventos Que ventos, virão gentes
No pensador.ai desde