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Outras frases de André Luiz Fernandes

O que eu faço de melhor “O que eu faço de melhor é ser poeta” Faço meu amor virar a melhor poesia
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O que eu faço de melhor “O que eu faço de melhor é ser poeta” Faço meu amor virar a melhor poesia Meu sentimento rimar com alegria Minha dor não ser desilusão De um pobre coração Faço meu maior desejo de poeta Escrever minha fome com emoção Ao saber que é lida e dirigida A todos os leitores de plantão Faço cada palavrinha, uma história Cada sílaba um destino e uma promessa Que a maior poesia lhe toque Como ela toca a quem lhe escreve Faço a imaginação virar realidade Mesmo que apenas rimas de paixão Leitura terna a cada verso escolhido Faço o meu melhor virar uma linda criação Há dias não escrevo sequer uma linha E não me falta inspiração Nem ao mesmo, dedicação E essa poesia há de ser a minha... Melhor composição! André Fernandes

O prazer, soluço e sussurro... Entre soluços e sussurros o prazer! Despretensioso usurpador do fato
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O prazer, soluço e sussurro... Entre soluços e sussurros o prazer! Despretensioso usurpador do fato Eis que a cama a batalha, seu lazer O momento único... A chama o ato Entre gracejos e dizeres a certeza! Cuja palavra revela somente ais O seu par sussurra a sua grandeza E o soluço da moça não para jamais! Ah! Entreabertos ou fechados, qual? A dança dos corpos... Feito pintura O suor lânguido nos dois sem igual Precede o grito a fala! É partitura O tom, semitom, a nudez fenomenal Soluço e sussurro, prazer! sou lisura. André Fernandes

Fingidores Se teu verso finge perfeitamente Todas as dores que sente
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Fingidores Se teu verso finge perfeitamente Todas as dores que sente Se teu verso nos atinge calmamente Lá na alma ele vem serenamente Se teu verso é cria do teu fingir Como fingir o amor que sente Como disfarçar em palavras o sentir O sentimento nosso e inerente Se tua rima fosse não só disfarce De todo o teu sentimento Fosse tua prova mais eloquente Magnitude amor sem mais no momento Se tua verve mais nobre me calasse Quando lesse do teu fingimento Serei eu o mais! De todos os fingidores Todas as dores! O meu nobre... Lamento! André Fernandes (parafraseando Fernando Pessoa – Poema Autopsicografia)

O que me liga a você? Não sãos os verbos e nem os pronomes Nem rimas com, ou sem nomes
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O que me liga a você? Não sãos os verbos e nem os pronomes Nem rimas com, ou sem nomes Somos poetas de sobrenomes Somos desígnios das nossas ideias Não são regras com particípios Nem questões de termos princípios Nem saber escrever o seu tema É deixar a escrita na pele ser o seu lema O que me liga não são sonhos São devaneios de amigos sinceros São as humildes garrafas do seu versejar E a simples palavra de saber amar E o que me liga? Soa deveras miserável! Não ligo para me abastar de elogios Ligo para ser a alma da felicidade de poetas Se eu sou fácil de ler... Sou fácil de sorrir André Fernandes