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Frase de Richard Bach

– O mundo não é uma esfera, Dickie, é uma enorme pirâmide flutuante. Na sua base está a mais baixa forma de vida que se possa imaginar, odiosa, cheia de vícios e praticando o mal por puro prazer, destituída de compaixão, um pouco acima da consciência, tão selvagem que se autodestrói assim que nasce. Existe espaço para este tipo de consciência, muito espaço, bem aqui no nosso terceiro planeta triangular. – O que está no topo da pirâmide? – Uma consciência tão refinada que quase só reconhece a luz. Seres que vivem apenas para seus amores, para os mais altos princípios...” .................................................................. “– Paz é melhor que guerra. – Aqueles no topo da pirâmide concordariam. A paz os faria mais felizes. – E os da base? – ...amam a batalha! Há sempre uma razão para lutar. Com sorte, é uma causa quente: esta guerra nós fazemos por Deus, esta é para salvar nossa pátria, esta outra para limpar a Raça, para expandir o Império, para obter lata e tungstênio. Lutamos porque paga-se bem, porque é mais excitante matar do que construir vidas, porque guerra evita trabalhar para viver, porque todos estão lutando, porque vai provar que sou um homem, porque gosto de matar. – Terrível. – Não é terrível, é previsível. Quando um planeta abriga um espectro tão amplo de mentalidades, espera-se um monte de conflitos. (Fugindo do Ninho)

Richard Bach

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Pensador.com

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Outras frases de Richard Bach

"Estamos sempre partindo. Sempre dizendo adeus."
De além-horizonte norte e além-horizonte sul, de além-terra a além-mar, reina, calmo e sereno, o céu. E reparei que o céu está sempre em movimento, mas nunca some. Que, aconteça o que acontecer, o céu está sempre conosco.
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De além-horizonte norte e além-horizonte sul, de além-terra a além-mar, reina, calmo e sereno, o céu. E reparei que o céu está sempre em movimento, mas nunca some. Que, aconteça o que acontecer, o céu está sempre conosco. Que o céu não pode ser afetado. Meus problemas, para o céu, não existem, nunca existiram e nunca existirão. Que o céu não interpreta o mal. Que o céu não julga. Que o céu, muito simplesmente, existe. Existe, quer desejemos aceitar esse fato ou nos enterrar-nos debaixo de mil quilômetros de terra ou mais fundo ainda, sob o teto impenetrável da rotina. — Ora, desça das nuvens, bote os pés no chão! – dizem as pessoas. Mas, em ocasiões tão diversas quanto naquela praia deserta ou numa rua super movimentada, eu fui transportada do mais negro desespero para a liberdade. Da irritação, da raiva e do medo para a constatação: — Ora, que me importa? Eu sou feliz! Só por olhar o céu... O céu não é Deus, mas para as pessoas que gostam de voar, o céu pode ser um símbolo de Deus e, pensando bem, até que um bom símbolo. ... O céu está sempre lá em cima. Não pode ser enterrado, transladado, acorrentado, arrasado. O céu existe, apenas, queiramos nós ou não, olhemos ou não para ele, amemo-lo ou odiemo-lo. Existe: quieto, grande, presente. O céu é uma coisa misteriosa. Está sempre se movendo, mas nunca desaparece. Não liga, para nada que seja diferente dele. O céu sempre existiu, sempre existirá. O céu não entende o mal, não fica ofendido, não exige que façamos nada em especial, em nenhuma altura. Não é um bom símbolo de Deus?