Frase de Gabriel Mazzaro
"O amor vem para mim como um veneno Romeu e Julieta tiveram melhor sorte Viveriam juntos ou morreriam juntos Foi recíproco até na morte." (estrofe do poema: Medusa)
No pensador.ai desde
"O amor vem para mim como um veneno Romeu e Julieta tiveram melhor sorte Viveriam juntos ou morreriam juntos Foi recíproco até na morte." (estrofe do poema: Medusa)
No pensador.ai desde
. (ponto final) Da mesma forma que as coisas começam elas terminam. E se te fizeram mal, que legal! Elas terminam.
. (ponto final) Da mesma forma que as coisas começam elas terminam. E se te fizeram mal, que legal! Elas terminam. O legal é saber aproveitar, porque terminam. Não importa se te fez feliz, elas terminam. Com ou sem história, terminam. Não precisa ficar lembranterminam. Só entenda quterminam. Mesmterminam. Porterminam. Terminam.
"Meus olhos de pedra sangram Flanela mergulhada em fantasmas Meu sossego inquieto, desatino
"Meus olhos de pedra sangram Flanela mergulhada em fantasmas Meu sossego inquieto, desatino Mesmo que for bom, transformo em nada" (estrofe do poema: Medusa)
Medusa Vejo você chegar, cobrindo sua sina Aquele ar de pacato mistério nunca me engana
Medusa Vejo você chegar, cobrindo sua sina Aquele ar de pacato mistério nunca me engana Ouço suas palavras ecoando como o vento Enchi meu pulmão, me enrolei na trama Mirei diretamente no seu olhar Em um instante fui petrificado Não foi preciso nem os cabelos à me distrair Escolhi ser amaldiçoado O amor vem para mim como um veneno Romeu e Julieta tiveram melhor sorte Viveriam juntos ou morreriam juntos Foi recíproco até na morte O aconchego da medusa é avassalador Sinto em plenitude, verdade acolho Em contrapartida sou autodestrutivo Não permaneço no colo, os olhos escolho Meus olhos de pedra sangram Flanela mergulhada em fantasmas Meu sossego inquieto, desatino Mesmo que for bom, transformo em nada Só percebi quando abri a porta Olhos de epifania em casa empoeirada Como batuque de escola de samba Não se esconde o que é visto de muitas calçadas Acostumado a não variar a entonação Altos e baixos vão se misturando Nem mal, nem bom, proteção na monotonia Perdendo de viver, mas caminhando Vivi mil anos em uma semana Consegui, por fim, contemplar as serpentes Surpresa é que não me assustou o que eu vi Infortúnio o reflexo da minha mente De pedra sobre pedra, sobre pedra, sobre pedra… Com olhos azuis avermelhados Estátua não recebe impacto forte Por um descuido, despedaçado.
"Acostumado a não variar a entonação Altos e baixos vão se misturando Nem mal, nem bom, proteção na monotonia
"Acostumado a não variar a entonação Altos e baixos vão se misturando Nem mal, nem bom, proteção na monotonia Perdendo de viver, mas caminhando." (trecho do poema: Medusa)