Pular para o conteúdo

Frase de André do A. Gomes

O ANO QUE FOR Espero que um dia possamos iluminar O casulo dos flashes e ambições. Taca fogo nessa Babilônia! E poder ouvir o som de Bob em dialetos de paz. Pois quero ser feliz também Andar pela ilha, aldeia, Brasil E aqui não ser forasteiro. Com a princesa do cerrado Ver a cor da praia dos golfinhos Cantar quando você acordar. Misteriosa atração o presente de um beija-flor Que pode ser em paz, a cor O fundo do mar, A hipnose do amor. Verbalize povo brasileiro! É nossa missão... Para ver o vôo do Carcará A semente nativa no toque do berimbau O discípulo de Mestre Bimba Gingando e fazendo aú de cabeça Não esquecendo Palmares o ano que for. Pois sei que o homem do povo é um leviatã Eu luto, pois eu eternamente cantarei a paz! E não se fará gotas de vidro minhas lágrimas. Verbalize povo brasileiro! É nossa missão... Tô de bem com minha positiva vibração 'Mano velho', leve com você de vez O que diz meu REGGAE DE RAIZ... aNDRÉ DO a. goMEs.

André do A. Gomes

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de André do A. Gomes

Coisas Intocáveis Pela manhã, canta um galo digital. O sol reluz numa alamêda infinita.
Continuar lendo

Coisas Intocáveis Pela manhã, canta um galo digital. O sol reluz numa alamêda infinita. Café com leite numa xícara quebrada. Da sacada também vejo a rua inabitável, Uma porta velha trancada com um cadeado. Dentro existe uma piscina em desuso Refletindo a plantação abandonada Uma criança sorrindo com bolhas de sabão Em frente de um quadro de bela imagem, Uma ponte que faz chegar num zoológico De rosas mal cuidadas e baldias. Chegando à beira do lago, cena de piquenique: Pães, frutas e vinho abençoados. Por uma oração e um girassol bem amarelo. Duas pessoas satisfeita de mãos dadas Perdidas por entre o vão da cidade Que no passado contruiam castelos de areia. Que agora à beira da praia, tantos reveillons... Com as mãos murchas lavando os pratos, Enxugando os pés numa toalha branca E o colorido a estourar no poder da memória. Na gravura do tempo o poder da ciência. Mil experiências coloridas em vidros intocáveis Que o resultado é uma cor que não existe Que guardaram num lugar seguro e gelado. A luz não resiste a escuridão da evolução. Com esforço, faz sombra na ampulheta que marca mas não vê passar o tempo Nos fazendo saber que mais um ano findará. Árvores coloridas, mesa com comida, diplomas e formaturas Passando nossas vidas com vitórias e agruras É mágico o tapete do tempo pendurado no armário. Uma roupa, uma gravata. A porta colada nos retratos Dos enfeites, perfumes, convites revelados no álbum De um mundo tão pequeno e valioso Prendendo nossa história no relógio do calendário. André Amaral