Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
ANDO Ando enquanto durmo Nos recantos escondidos de mim Onde a neve nunca esteve Para não derreter entre os dedos No silêncio agreste da minha alma Esquecendo o sal que dá a vida Numa poesia levada pelo vento Num tempo que o sangue não se sentia Entre o beijo de fogo num sonho Nas palavras que se soltavam Como uma flor que nascia dentro de mim Onde tu regavas com tanta ternura em silêncio.
No pensador.ai desde