Pular para o conteúdo

Frase de Anderson Cruz

Aliás, não consigo entender a lógica de colar em curso superior. A prova é a oportunidade ímpar de saber se você está se preparando para ser um bom profissional ou não. Dizem que prova não mede conhecimento, e pode ser verdade em algum lugar, mas o que eu tenho certeza é que cola muito menos. Cola nos prova outra coisa. Sinceramente, fracassar nas notas é melhor do que conquistar algo que não faz parte do teu conhecimento, do teu crescimento acadêmico, do teu desempenho. Um fracasso com diploma superior.

Anderson Cruz

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Anderson Cruz

Na saúde mental, saudável é aquele que sempre experimenta o novo; o novo a cada instante, mesmo que o mundo permaneça velho.
Hoje durante o serviço, vendo tanta dor por parente falecido, lembrando da minha dor, da minha mãe, me veio - dessa vez de surpresa, um poema do Francisco Otaviano que há muito não passava na minha cabeça: "Quem passou pela vida em branca nuvem, E em placido repouso adormeceu;
Continuar lendo

Hoje durante o serviço, vendo tanta dor por parente falecido, lembrando da minha dor, da minha mãe, me veio - dessa vez de surpresa, um poema do Francisco Otaviano que há muito não passava na minha cabeça: "Quem passou pela vida em branca nuvem, E em placido repouso adormeceu; Quem não sentiu o frio da desgraça, Quem passou pela vida e não sofreu, Foi espectro de homem, não foi homem, Só passou pela vida, não viveu."

Quando gostar de alguém se torna um acidente triste de percurso é assim. Quando as voltas que se dá nos leva a lugar algum. Meio perdido, meio solto. Vazio. Quando a alegria de pensar em alguém cessa, quando surge o baque, a queda. Veio a rasteira. A rasteira que bobos damos em…
Continuar lendo

Quando gostar de alguém se torna um acidente triste de percurso é assim. Quando as voltas que se dá nos leva a lugar algum. Meio perdido, meio solto. Vazio. Quando a alegria de pensar em alguém cessa, quando surge o baque, a queda. Veio a rasteira. A rasteira que bobos damos em nós mesmos quando admitimos estar com o coração aberto para amar de novo. Ah, amar... Saberia eu o que significa isso ou não saberiam os outros? O foco nesse lamento é outro. O foco é naquele exato momento em que você repara no seu reflexo e percebe que ele é burro. Que você é burro. Tonto. O reflexo ridículo de você mesmo refletido no espelho é a verdade sobre você. A triste realidade. Carregando tantos anos nas costas, e tonto. Tão orgulhoso por ser ciente de si mesmo, e tonto. Tão maduro, tão sadio, tão pé-no-chão, e tonto. Burro, dessa vez, não por ter tentado quando prometeu não mais insistir, mas porque tentou usando as mesmas ilusões, repetindo tudo que fizera incontavéis vezes antes sem se dar conta, pelo menos não a tempo de evitar ser atropelado pelo próprio tormento sóbrio e confuso de estar só, de que não é mais do mesmo que se resolve o coração. Mais do mesmo agora: decepção. Acidente de novo. Chama o reboque, prepara o primeiros-socorros e vem, abraça essa quarentena para se curar novamente. E vai. Mal de quem acredita demais: cicatriz.