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Frase de Helô Garcez

Acho esse negócio de ser intenso até bonito. Mas quando vale a pena! Esse negócio de efusividade demais, demonstração demais, a flor da pele demais, não cola, se não for a dois! O que adianta você ali linda, solicita, cheia de caraminholas, quando do lado de lá, não tem a tal da reciprocidade? E me refiro a tudo, amor, amizade, trabalho... Não dá, minhas caras! (e caros!) Aí quando você percebe, sem querer (ou querendo), aos poucos a vida vai te podando. E isso não é ruim. O que seria das plantas, se não eliminássemos aqueles galhos que pra nada servem?! Quando não se tem segurança do lado de lá, quando não se é mútuo, piso no freio mesmo, se preciso até puxo o de mão, dou um passo atrás, recuo, meia volta vou ver! Não desço, nem me jogo desgovernada. Prudência egoísta? Nada! Cuidado próprio! Nessa de sofrer, ou fazer (podia dizer, pra ficar mais bonito, que nenhum vale à pena), mas sem falso moralismo, fico com a 2ª opção. Faço. E bonito!

Helô Garcez

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Helô Garcez

Todo mundo querendo mel, mas produzindo fel.
Ando meio confusa... Não gosto de meio termo, mas to meio chata, meio legal, meio saudosa, meio querendo viver tudo, meio espinho, meio flor.. Em meio a tantos meios, incendeio, odeio, quando preciso freio, sem ligar pro que é bonito ou feio, passeio, leio... Metade vazio também…
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Ando meio confusa... Não gosto de meio termo, mas to meio chata, meio legal, meio saudosa, meio querendo viver tudo, meio espinho, meio flor.. Em meio a tantos meios, incendeio, odeio, quando preciso freio, sem ligar pro que é bonito ou feio, passeio, leio... Metade vazio também é metade cheio. Caminhando peço a proteção de Deus, creio. ;)

E a gente ressurge, primeiro meio que por obrigação, pra sobreviver, num exercício diário de superar-se, de aguentar o tranco. Depois o esforço já não é tanto, você se vê distraída com outras coisas, outras pessoas, até que o processo passa a ser tão natural, que você não sente m…
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E a gente ressurge, primeiro meio que por obrigação, pra sobreviver, num exercício diário de superar-se, de aguentar o tranco. Depois o esforço já não é tanto, você se vê distraída com outras coisas, outras pessoas, até que o processo passa a ser tão natural, que você não sente mais, não se importa mais, e não por ter que ser forte ou pra "sobreviver", simplesmente porque realmente passou, e você constata que tem razão quando dizem que tudo passa, que o tempo é o melhor remédio, que decepção não mata, ensina a viver!