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Frase de Desocupado na Pandemia

⁠Amor dos tempos que já se foram: Eu tenho uma vaga lembrança do que é o amor, enterrada com o resto dos dias mortos do calendário. O riso bobo e as borboletas no estômago caminham juntos no túnel do tempo, soterrados e sufocados pela lembrança. A magia que já existiu, ainda vive na parte mais esperançosa da alma, aquela que se recusa a aceitar o fato de que acabou e que fica revivendo as ilusões incansavelmente. Lá, tudo é bonito e falso, como bijuteria. E, apesar de doentias e irreais, essas ilusões me confortam. Me fazem pensar no que poderia ter acontecido se eu tivesse feito algo diferente.

Desocupado na Pandemia

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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