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Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

⁠ESQUECER-TE NÃO PUDE Ah, esquecer-te não pude, é que quem diria? teimosas lembranças evocam a finda paixão as angústias de uma noite, lágrimas na poesia relembram na prosa infinda suspirosa sensação Teu amor! em um tempo a que eu amaria fez pulsar de amor o meu confiante coração depois, vieram gestos que eu não conhecia: - o silêncio, a distância, em um feito vilão... Dói, mas vivem em um presente passado pulsando desejos que quer ser apagado insistindo no dia que me deu aquela flor Ontem, chorei, sim, e me foi tão cruciante cada saudade me fazia dum eterno amante marcante... não pude esquecer desse amor! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado Araguari, MG - 28/07/2021, 18’19” -

Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

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Outras frases de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério
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⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério de pesares anexados e de um olhar etéreo hoje é dia de finados de tributo, de oração de prantos sufocados apertura no coração hoje é dia de finados da tristura que brade dos viveres passados hoje é dia de saudade... ... é dia de finados! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02/11/2020, Araguari, MG Finados

VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda
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VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda Calam-se os corações, os fogos falam Abraços hão de haver, de haver ainda E o universo inteiro sozinho... O meu fadário calado e na berlinda Do silêncio na inspiração d'um ninho Ruídos da rua, passos de ida e vinda E os festejos sussurrando baixinho E sozinho o universo inteiro... Felicitações me são dadas do vizinho Pelo ar ecoam acumulação de cheiro Então deixo ilusões na taça de vinho E velo solenemente o meu cativeiro E inteiro sozinho o universo... No rés do chão ter esperanças é roteiro Já o pensamento na saudade disperso Esperando, escutando, leve e sorrateiro Qualquer coisa, antes de dormir, averso Sozinho, solitário não, romeiro... Vou dormir! Amanhã, dia outro e diverso. Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado

ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano
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ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano Do ano que já é outrora Agora recordação, tempo profano A cada segundo, minuto, hora Dia após dia, quotidiano O tempo vai, vai embora Sorrateiro e ufano Muito antes, antes de mim Veloz e insano Sem parar, até o fim... No diverso plano Vida que segue, "Quixotesco" no seu rocim Adeus velho ano! Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado