Frase de Eduardo Marcelino Almeida
No vazio da noite, a alma questiona, O sentido perdido, a vida que abandona. Caminhos sem luz, escolhas sem razão, A liberdade pesa, é fardo na mão. A busca incessante por um eu verdadeiro, Entre máscaras e sombras, sou prisioneiro. O ser e o nada, dançam em conflito, Na busca de um lar, no eco do grito. A vida é um ato, um teatro sem cena, Onde cada instante é a própria condena. Mas na angústia e no medo, há beleza sutil, Na liberdade de ser, no amor que é febril.
No pensador.ai desde