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Frase de Carlos Machado

Publicado em 1929, "Adeus às armas" é o segundo romance do escritor norte-americano Ernest Hemingway. O livro tem como tema central a paixão de Frederic Henry – que se alista no exército italiano como motorista de ambulância – pela enfermeira Catherine Barkley. Neste romance autobiográfico, a história de amor tem um final feliz, ao contrário da vivida pelo autor. Os protagonistas acreditam que podem se isolar em seu amor, simplesmente afastando-se da guerra. Em 1918, ferido em combate, Ernest Hemingway é internado em um hospital, em Milão, onde conhece a enfermeira Agnes von Kurowsky, por quem se apaixona. Porém, ela não aceita casar-se com Hemingway, deixando-o profundamente desiludido. Narrado em primeira pessoa, Adeus às armas revela-se uma obra como poucas, aclamada pela crítica como o melhor livro de ficção produzido sobre a Primeira Guerra Mundial. Hemingway conduz a narrativa de forma dinâmica, ressaltando o teor dramático da trama e proporcionando ao leitor algumas das páginas mais românticas e comoventes da literatura ocidental.

Carlos Machado

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Carlos Machado

O medo de uma perda, de um prejuízo é muitas vezes a causa da indecisão. É melhor tomar uma decisão, sofrer as consequências negativas dessa decisão, do que ficar dias e dias vivendo a indecisão. A indecisão é morte em vida.
Dizem que o destino somos nos que o fazemos com nossas escolhas. Mas, quem em sã consciência ao fazer uma escolha, ao decidir entre fazer ou não fazer, entre ir ou deixar de ir, entre sair ou ficar onde está; está pensando o pior para si? As nossas escolhas são parte daquilo que…
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Dizem que o destino somos nos que o fazemos com nossas escolhas. Mas, quem em sã consciência ao fazer uma escolha, ao decidir entre fazer ou não fazer, entre ir ou deixar de ir, entre sair ou ficar onde está; está pensando o pior para si? As nossas escolhas são parte daquilo que chamamos destino. Ao fazer uma má escolha e consequentemente chamar a infelicidade para perto de si estamos apenas trilhando o caminho do destino. E se no decorrer de nossa caminhada surge outra oportunidade de escolha e, se dessa vez, optamos pelo melhor, então estaremos chamando a felicidade para perto de nós, mas mesmo assim a escolha continua sendo parte do destino.

54. Disse Jesus: Felizes os pobres, porque deles é o Reino dos céus. Que pobres são estes que são felizes por serem merecedores do Reino do Céus? Certamente não está se referindo a pessoas que não têm patrimônio algum. Tenho observado que o simples fato de ser pobre não signific…
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54. Disse Jesus: Felizes os pobres, porque deles é o Reino dos céus. Que pobres são estes que são felizes por serem merecedores do Reino do Céus? Certamente não está se referindo a pessoas que não têm patrimônio algum. Tenho observado que o simples fato de ser pobre não significa ser santo. Em termos espirituais tanto pobres como ricos podem ser bons ou maus. A mesquinhez pode ser encontrada em todo segmento social. Nos ricos, por baixo do verniz que dá brilho, encontramos a rústica madeira da mesquinhez, enquanto nos pobres essa madeira já pode ser encontrada desprovida de verniz. Ambos são maus. Acredito que Jesus quando se refere a pobre esteja a se referir a uma pessoa desapegada dos bens materiais. E essa pessoa tanto pode ser pobre como rica. Os pobres no meu entender são aquelas pessoas que lutam pelo ser e não pelo ter.