Pular para o conteúdo

Frase de Jossana Rocha

⁠DIVÓRCIO Parte I Antes, inseparáveis. Amizade incontestável, que, aliás, nunca acabará. O casal vinte, por todos, amado, admirado. Amigos de infância, namorados, noivos, casados. Uma bela história, no fundo algo de errado. Dezoito anos, tantos planos, tantos danos. Aprendizado, parceria, fomos felizes… Com o tempo, para você, transformei-me apenas em um objeto de cuidados… Durante toda a nossa história, nós nunca brigamos, sempre conversamos. Eu paciente, tentando diálogos e saídas, e você silenciosamente me enganando. A mulher em mim, entristeceu-se, emudeceu-se, sofreu por anos, resignada. Cheia de princípios e valores, fechei-me em mim. Bombardeada por dissabores. Sem amor, paixão, sem chão, cheia de esperanças em vão. No entanto, nada é eterno. Nem um amor tão desprezado. Com o tempo esvazie-me de você, e quis vomitar-te de mim. Toda aquela dor concentrada na alma, e a minha sempre estranha calma. Agora separados, há poucos dias de um divórcio por mim já desejado… Você chora dizendo que sempre me amará… que como eu, será difícil de encontrar… Não, não sabes o que dizes, continuas o mesmo farrista. Eu já não o amo mais. Mesmo que tivesses mudado, não me terias mais ao lado. Espero que cresças, amadureças, aprendas a amar. Só assim, significarás sua vazia existência! A vida não acaba quando perdemos um “eterno” amor. Ela continua com o amor-próprio. Abrindo-se a novos ciclos duradouros ou não. Porque o viver é dinâmico, e ficar parado esperando que o outro mude, será como se já tivéssemos morrido há tempos. Que venha o fim, do que há muito já findou.

Jossana Rocha

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Jossana Rocha

O autoconhecimento não é uma busca, trata-se de uma forma de viver. É como se precisássemos de várias vidas para absorver tanta vivência na simplicidade de um quotidiano. Todavia, temos uma apenas, daí a intensidade e pressa em viver, aprender, evoluir, sentir. Tem a ver com a co…
Continuar lendo

O autoconhecimento não é uma busca, trata-se de uma forma de viver. É como se precisássemos de várias vidas para absorver tanta vivência na simplicidade de um quotidiano. Todavia, temos uma apenas, daí a intensidade e pressa em viver, aprender, evoluir, sentir. Tem a ver com a conexão, que se tem através das relações, com o outro, com o ambiente, com o modo de olhar a vida. É um dia a dia vivido intensamente, que não tem a ver só com fazer muitas coisas novas, e sim conectar-se com profundidade com uma simples brisa que se sinta, com o sorriso de alguém que você ama, fechar os olhos quando estamos a sós e agradecer pela vida. Tem a ver também, com não julgar ao outro e nem a si mesmo e ter paciência com as suas limitações, trate-as com carinho, pois, a superação delas será fundamental nesse processo. Infinitamente entender que a nossa mente é um solo fértil, e o tipo de semente que cairá nela definirá o nosso crescimento e a aquisição diária do tão sonhado autoconhecimento.

Penso que somos exatamente como o mar, em suas variações, em suas inconstâncias, no vai e vem das suas ondas, em sua impetuosidade e braveza ou até no controle cronológico de suas marés. O mar tem um céu com Deus tão perto e em sabemos que nunca o perdemos, mesmo quando não o mer…
Continuar lendo

Penso que somos exatamente como o mar, em suas variações, em suas inconstâncias, no vai e vem das suas ondas, em sua impetuosidade e braveza ou até no controle cronológico de suas marés. O mar tem um céu com Deus tão perto e em sabemos que nunca o perdemos, mesmo quando não o merecemos ter. Tem tantos segredos em suas profundezas, e muitos deles jamais serão conhecidos pelo homem. Apesar de sua profundidade e beleza, nem todos desejam mergulhar para conhecê-lo. O som de suas águas trazem calmaria, uma das melhores “músicas” que já ouvi, na perfeita conexão do mar com o nosso interior. Somos imensos e limitados feito o mar. Navegando com os nossos sonhos, tentando chegar a salvos a um cais, a um lugar seguro. Em resumo, somos o próprio mar, metaforicamente falando, não há diferença alguma, necessitamos de luz, em qualquer hora do dia. Alguns têm o próprio pôr-do-sol em si em forma de sorriso. Outros, são maresias, em forma de serenidade e dança.

Às vezes o amor é um vazio, quieto, guardado, velado. Nem todo amor tem que ser entregue ao destinatário, e não é culpa do outro não querer vivenciá-lo. No entanto, para ser eterno e revelado, é preciso que ambos o queiram, que o sintam, que o abracem. Alguns amores passarão por…
Continuar lendo

Às vezes o amor é um vazio, quieto, guardado, velado. Nem todo amor tem que ser entregue ao destinatário, e não é culpa do outro não querer vivenciá-lo. No entanto, para ser eterno e revelado, é preciso que ambos o queiram, que o sintam, que o abracem. Alguns amores passarão por sua vida, e não poderás fazer nada, só intensamente desejá-lo, suas mãos atadas e no peito, saudade. É amor inesperado, incontrolável, chega e toma os nossos sentidos. Não há nada a ser feito, só unilateralmente senti-lo… O estranho desse sentimento, que não é alimentado, é o fato de não nos provocar dor, só causar um vazio, uma falta… Tu só precisas ficar quieto, inerte, sem cobranças e nem expectativas, por dias, meses, anos, talvez. Até que por desencanto, passe.

Tão importante quanto o amor-próprio, é o respeitar-se a si mesmo. No fundo, sabemos, que sempre existe uma voz interior que nos diz exatamente o que ela quer que façamos naquele dia. Em uns ela nos instiga a sair, viver, interagir. Em outros momentos tudo que precisamos é de um…
Continuar lendo

Tão importante quanto o amor-próprio, é o respeitar-se a si mesmo. No fundo, sabemos, que sempre existe uma voz interior que nos diz exatamente o que ela quer que façamos naquele dia. Em uns ela nos instiga a sair, viver, interagir. Em outros momentos tudo que precisamos é de um pouco de solitude. Ouvir essa voz é fundamental para um dia de paz. Tem dias que simplesmente não sabemos o porquê de estarmos aqui, tendo a estranha sensação que não pertencemos a nada, mesmo em meio a outros, nos sentimos sós. Em outros acordamos distribuindo abraços, porque o simples fato de estarmos aqui, é o suficiente para sermos gratos. Na verdade, nunca estamos sozinhos, essa “bipolaridade” é própria do ser humano. Quando finalmente entendemos isso não nos cobramos tanto! Aprender e entender tudo isso é uma parte difícil do processo. Compreender que devemos nos cuidar e autoconhecer para estarmos bem em qualquer um desses dias.