Pular para o conteúdo

Frase de Emerson francisco

LAGRIMAS DE VIDRO Por: Emerson Francisco Quando eu imaginei que era forte, Senti medo da batalha. Quando conquistei, Tive medo da derrota. E quando tudo parecia cair, Com as minhas mãos eu levantei. Ai quando estava totalmente ereto, Senti tudo desabando. E percebi que na vida uns cai, E outros levantam. E todo aquele mar de lagrimas, Que relutava para não sair, Rasgou minha alma, como uma explosão. E muitas vezes chorar, me fez forte.

Emerson francisco

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Emerson francisco

LAGRIMAS DE UM IGNORANTE Por: Emerson Francisco Quem é você brutamonte,
Continuar lendo

LAGRIMAS DE UM IGNORANTE Por: Emerson Francisco Quem é você brutamonte, Com cara de nervoso e físico de elefante? Conheço-te de puro interesse, De certezas indecentes. Quem é você brutamonte, Que amassa papel e rasga jornal. Conheço-te de longos carnavais, Nunca deu flores, Mas já distribui socos. Chora sangue, Não tem coração. Chama-se homem, Julga-se invencível e insensível. Não lava louças, Não esfrega roupa, Não limpa chão. Mora com a mãe, Vive com a infantilidade. Quer uma família e ser homem de verdade, Quem é você, que chora por dentro, Rosna por fora? Que sonha tanto em ser homem moderno, Marido sensível e Pai presente, Talvez filho ausente. Quem é você, Quem você?

UM ABRAÇO Por: Emerson Francisco Talvez eu lhe desse um abraço,
Continuar lendo

UM ABRAÇO Por: Emerson Francisco Talvez eu lhe desse um abraço, Se você sinceramente estendesse-os. Quem sabe eu lhe daria um presente, Se os merecesse. O abraço tem que ser sinceros, E os presentes sem mistérios. Que não haja interesse, E nem futuros planos. Para que a naturalidade, Aconteça. Sinto sua falta, Seu instinto materno, Ou sua certeza paterna. A mente puro mistério, Sem elogios sinceros. Mereço seus aplausos, Suas condolências. Pois a mãe do amigo meu, Já foi minha amiga, Meu confessionário. E meu passado escondido, Em escuros lacrimejais. Resume-se em números ordinais, E lembranças esquecidas, De parentes e família. De amigos!

GAVETA ABERTA Por: Emerson Francisco Pensativo eu aqui sentado na beira da cama,
Continuar lendo

GAVETA ABERTA Por: Emerson Francisco Pensativo eu aqui sentado na beira da cama, Olhando desconsolado na gaveta de camisa. Olhando qual cor é propicia para o dia de hoje, Tentando combinar a física e a fisionomia. Depois de milhões de segundos a escolha foi necessária, E percebi que a camisa era uma das peças. Então observei aquela quantidade de calças, Muitas desbotadas e a opção não eram necessárias. Após um longo tempo, Procurando uma meia que não tivesse furada ou esticada, Saberia qual calçado usar. Depois de tudo no seu devido lugar, Procurei as horas e percebi que o tempo foi perdido, Pelas indecisões a tomar. E não adiantava mais ir trabalhar o tempo já tinha passado, E o lençol veio a calhar.

NA MESA Por: Emerson Francisco Em diferentes lugares ingerir atritos e detritos,
Continuar lendo

NA MESA Por: Emerson Francisco Em diferentes lugares ingerir atritos e detritos, O café da manha amargo sem açúcar ou adoçante. Já negaste por duas vezes um pedaço do teu pão, Já me tirou em diversos impostos e sobpostos. Nunca viu uma lagrima se quer, Pois a ignorância não permitia sentimentos. Já foi pago o que emprestou, Mas devolveste grão a graal. Por miseras moedas em pretejadas, E seu pescoço quase tirou em galhos solitários. A transparência existe e a visão é sabia, Quem ama vê e quem acredita percebe. Não mastiga, não adoece e não tem forças, Se não for permitido. Pois a fé move montanhas e a montanha é a fé, E na Mesa o tempo congelou.