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Frase de JMEL PENSADOR

Santa Hipocrisia Vivo na terra sem motivo de alegria, vejo na terra uma eterna guerra fria onde chegares mesma historia todo dia, até nas igrejas há santa hipocrisia gente que erra dentro da burocracia, povão que berra é patrão e não sabia uma terra tão bela a gente não merecia, só passa na tela é desgraça todo dia deveria ser bela nossa historia todo dia se não houvesse na terra a Santa Hipocrisia! a beleza era dela um azul que escondia mas quando chega na terra molha o sol que irradia é a única coisa bela que eu vejo todo dia é beleza da terra QUE NÃO HÁ HIPOCRISIA aí saio da terra vivendo a filosofia meu corpo é dela mas sou da cosmologia

JMEL PENSADOR

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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...Livro na estante é feito mulher casada e honesta na rua: só tem valor social- status para intelectual; Na mesa, é a mulher em casa: inexiste coerção- produto a ser consumido; Nas mãos de jmelpensador, é feito mulher na cama – precisa ser degustada
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...Livro na estante é feito mulher casada e honesta na rua: só tem valor social- status para intelectual; Na mesa, é a mulher em casa: inexiste coerção- produto a ser consumido; Nas mãos de jmelpensador, é feito mulher na cama – precisa ser degustada prazerosamente... inteligentemente...

Covardia silenciosa!! O - “silencio sempre”- é a síntese expressiva dos covardes !
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Covardia silenciosa!! O - “silencio sempre”- é a síntese expressiva dos covardes ! É a busca do nada; É obediência compulsiva, Contagiante e perigosa Dos eternos escravos Do ócio, Que vivem nas cabeças, Sanguessugas que são, Desprezíveis - merecem sê-los, Por mim e por outros poucos loucos que mendigam Um pouco de vez Para soltar a voz; Um pedaço de papel Para soltar o verbo; Um pouco de ciência Para filosofar; Um pouco do nada Para transformar em tudo, E com esforço absurdo , Tentar desfazer um pouco Do que os covardes fizeram Ao silenciarem diante à nobreza, À miséria política dos politiqueiros, Do capitalismo exacerbado e covarde! Quem sois vós - miseráveis que calam???? Um dia ouvirei vossos gemidos, E da vossa silenciosa altivez, a penúria; Uma canção de Beethoven e uma flâmula, Acalentarão meus ouvidos! Miseráveis! Vocês... Calar-se-ão para sempre! Apagar-se-ão de uma vez!