Pular para o conteúdo

Frase de Salomão B. Miguel Domingos

⁠Quando o peso do mundo nos vergue a alma, lembra-te de que o desânimo não deve ser razão para renunciarmos à dádiva da vida. Traz à memória que carregas em ti a sagrada responsabilidade pelos que te são confiados, e que seria acto de egoísmo partir sem honra, traindo o amor que em ti depositaram — sobretudo aquele dos mais pequeninos, cujas almas puras ainda se moldam ao calor da tua presença. Quando os obstáculos se tornarem muralhas, não enfrentes a batalha em vão; se necessário, retira-te do ruído dos homens, busca o silêncio no recanto mais íntimo da tua morada e vive em quietude, sem ferir a harmonia alheia, concentrando a tua luz nos poucos — e tão necessitados — corações que te amam e aguardam a seiva do teu afecto. Lisboa, 26 de Abril de 2025 Crónicas da Vida

Salomão B. Miguel Domingos

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Salomão B. Miguel Domingos

⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento m…
Continuar lendo

⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento merece expressão e que, por vezes, o silêncio é mais eloquente que a palavra. Assim, ele escolhe criteriosamente o que dizer, atento ao impacto de suas palavras e ao valor da sua própria idoneidade. Esta postura permite-lhe manter o respeito e a confiança alheia, pois não se deixa levar pela impulsividade, mas sim pela razão e pela temperança. Lisboa, 11 de Novembro de 2024

⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e…
Continuar lendo

⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e a mulher possuem a capacidade de moldar o seu próprio futuro. Não permita que as emoções predominem sobre a razão; seja ponderado, adote uma postura racional e esteja atento aos sinais que a vida lhe apresenta." Lisboa, 15 de Novembro de 2024

⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narc…
Continuar lendo

⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narcisistas. Sê prudente e contempla o Altíssimo, pois, a seu tempo, Ele te justificará." Lisboa, 2 de Novembro de 2024

Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundame…
Continuar lendo

Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundamentais, tais como o direito ao voto. Promovem-se eventos eleitorais — a “festa da democracia”, quer em eleições gerais, quer legislativas — e, ainda assim, não se respeita rigorosamente a vontade popular na eleição do Presidente da República (...), anulando, desta forma, a soberania popular. Se a intenção é permanecer no poder ao arrepio da vontade do povo, não seria mais coerente declarar-se um Estado de orientação Comunista, onde o monopartidarismo prevalece? Lisboa, 27 de Outubro de 2024