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Frase de Marcelo ULisses Cordeiro

Migalhas da Moral Estamos vivendo o fim do mundo? Se estamos vivendo o fim? Acredito que a todo o momento. A todo momento algo se vai, O fim chega para todos, entretanto, Por que o fim da moral? Por que o fim dos valores? Por que o fim de algo que se perpetua? O fim de geração a geração... O fim pouco a pouco, gradativo, a prestação, em gotas... O pai exige do filho... O filho não exige do filho... O avô não exige do neto... E quando tem o seu filho... O neto não perpetua os valores... Aliás, neste ponto pouco valem... Será efeito do tempo? Serão as migalhas da moral que recebemos, Fruto da conveniência das gerações passadas? As incógnitas das equações dos tempos, Que foram descobertas sem a ajuda de Báscara ou Tales, Será uma questão matemática a moral? Será o tempo realmente uma variável, flexível e não constante? E os valores onde ficam? Perdem-se quando passados adiante? Por quê? Se quem conta um conto acrescenta um ponto, Que pontos não são acrescentados a moral e aos valores? Serão os pontos invisíveis, ou cegos estamos, ou míopes? Miopia moral? Será este o diagnóstico? E se for, a quem procurar? O oftalmo, o psicólogo, o psicanalista, o matemático? Os gregos é que não, pois neste momento desejo um pouco de moral, mas, não sei se as escolas de Platão, Aristóteles e Sócrates, ainda poderão entender as equações de Keynes, Economia, ah não... miopia já me basta.. Na miopia ver pouca moral já é demais! Não quero pensar em pouco dinheiro, já me basta viver. Marcelo ULisses

Marcelo ULisses Cordeiro

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Pensador.com

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"Alguns falam do gosto amargo da vida... Amargo não é o gosto, mas a língua do que vê o amargo da vida em tudo o que prova. Marcelo ULisses
Mãe Tentei definir o que é mãe e não consegui; Procurei nas pétalas das rosas a delicadeza;
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Mãe Tentei definir o que é mãe e não consegui; Procurei nas pétalas das rosas a delicadeza; Procurei na luz e toda a sua clareza, Mas tão forte ela é, que a busca resumi. Tentei definir o que é mãe e não consegui; Procurei a mãe na paciência de Jó, Mas como mamãe pode ser um santo só? Ela pede muito por mim para Deus, E nas orações nunca se esquece dos seus, É melhor eu parar por aqui, Tentei definir o que é mãe e não consegui. Busquei sua beleza e não mais o divino, Lembrando de quando ainda era menino, E toda emoção que em criança vivi. Tentei definir o que é mãe e não consegui. Procurei no que é invisível, Explicar mãe talvez seja impossível, Já não sei mais se vou definir. Tentei definir o que é mãe e não consegui. Por que mãe é um ser que não se define, Pois mesmo que um instrumento não de afine, É música a mãe para os ouvidos, Do filho com passos definidos, No conselho da mãe que se afirme. E nos beijos e abraços devolvidos, Mesmo quando à mãe aborreci, Tentei definir o que é mãe e não consegui. Marcelo ULisses

Reflexão Pensamento... uma nuvem cheia do que já vi; Sentimento... uma onde que invade a minha pequena praia;
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Reflexão Pensamento... uma nuvem cheia do que já vi; Sentimento... uma onde que invade a minha pequena praia; Saudades... O vazio que sinto do que vi e vivi; Reencontro... uma viagem no tempo, de volta ao passado em direção ao futuro; Amor... a nuvem do pensamento, a onda do sentimento, o vazio da saudade, uma viagem no tempo a todo tempo... O amor... dois em um só; Deus em nós; Eu no lugar do outro; todos juntos... O amor tem muitas faces... pessoas... tempos... versões... e duas moradias... metade dentro do outro... outra metade em mim. Marcelo ULisses