Frase de Thiago Pereira Candido
Poema do Recomeço No ocaso do nosso entrelaçar, Despontam sombras no horizonte do amar. Desvelamos adeuses, tecendo a despedida, Mas nas cinzas do ontem, pulsa nova vida. No crepúsculo das promessas não ditas, Desprendo-me de mágoas, antigas feridas. Palimpsesto da alma, recolho fragmentos, Esculpo a esperança em novos ventos. Desatamos os nós, soltamos amarras, Palavras raras, como pérolas, semeiam as parcas. Na penumbra do fim, busco o inédito, Quero o novo, o inexplorado, o mágico. Em cada lágrima, um cristal dissolvido, Resetando a trama, que foi tecida. Esquinas do coração agora redefinidas, Entre-laces novos, promessas coloridas. Nas veredas do reencontro, raro e sutil, Encontro-me, reinvento-me, em busca do febril. Na alcova do futuro, danço a dança da aurora, Embalado pela melodia de uma paixão que aflora.
No pensador.ai desde