Frase de Bruno Ramalho de Carvalho
Se a poesia só existe quando alguém a lê, quem é, de fato, o poeta: eu ou você?
No pensador.ai desde
Se a poesia só existe quando alguém a lê, quem é, de fato, o poeta: eu ou você?
No pensador.ai desde
do ido assentado, faz pouco sentido: um doido acentuado
do ido assentado, faz pouco sentido: um doido acentuado nem sempre édoído.
O essencial não se basta no tangível.
O óbvio despercebido costuma ser relevante.
A reciprocidade é o justo produto da gratidão.