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Frase de Vilmar Becker

Um dia pensei em escrever uma música, e comecei pelo estrofe, nasci e chorei, com o tempo essa composição teve seus altos e baixos, uma hora era valsa outras era tango, em alguns momentos era um ritmo eloquente onde nem eu mesmo suportava, versos inquietos e com rimas distorcidas como as lágrimas que caem sem forma, cresci, sorri e chorei, mas continuei compondo, e pra cada manhã um estrofe que me acordava com um sorriso de bom dia e me acompanhava ao café da manhã, as horas iam passando e a melodia mudava, sem saber que ritmo o próximo minuto poderia exigir de uma composição, mesmo assim não parei de compor, e a música continuava, horas frenética, horas triste, mas foram nas tempestades que senti a música que ecoava na alma, como era diferente, já não me sorria pela manhã, nem ouvia meu estrofe de bom dia acompanhado ao café da manhã, o ritmo ficou lento e sem rimas, mas não parei de compor, mesmo que o ritmo anterior havia me jogado à lama, foi na lama que descobri a melodia mais suave, cresci mais ainda e chorei como se tivesse nascido novamente, e o ritmo me ajudou a nascer de novo, continuei compondo, mesmo que o mundo fechasse os ouvidos para não ouvir meus estrofes de lágrimas contiguas, lutei, cresci e sorri, mesmo querendo chorar, dei a melhor melodia, recebi o pior ritmo, alma ferida de música sem rima, agora a rima não importa mais, o que importa é não parar de compor, e assim cada estrofe terá seu ritmo próprio, o meu, o seu, e a música só irá parar se a morte nos ferir a composição, mas prometo estar na eternidade, compondo versos para os anjos sussurrarem nos seus ouvidos quando você pensar em mim.

Vilmar Becker

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tan…
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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tanto amor... quase tanto amor, como o que nunca recebi...

Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar…
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Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar a minha outra metade pois já estou completo. A solidão me ajudou a recuperar o que com falsos amores, falsas amizades e falsas promessas tinha perdido... Graças a ela hoje sei o que sou, para onde vou, e o mais importante, o que realmente vale o meu coração. Então tenho uma relação estranha com a solidão. Por dias e meses me faz companhia, até que chegue alguém e me põe medo por um tempo, (costuma ser bastante tímida e quando vê que alguém se aproxima desaparece) mas não me deixa, vai e acompanha outra alma e depois volta para mim ... Quando volta quase sempre me encontra com o coração feito cinzas, destroçado e morto; mas não diz nada, só me rodeia e fica até que eu recupere o fôlego para continuar. E essa é a nossa relação; embora em ocasiões sou infeliz com ela porque eu sinto que é muito ciumenta, já que se há alguém por perto da minha vida ela não tolera e se vai, mas: o que posso fazer? Ela é assim e nunca mudará!... e é bom tê-la por perto por momentos, mas não para sempre, mas sei que ela entende. E a verdade é a única que volta depois de um tempinho longe, porque as pessoas que já prometeram, nenhuma voltou. Então, ela é fiel a mim e eu a desejo com paciência quando não está... Hoje ela me acompanha, assistimos a chuva cair da minha janela. Hoje ela está aqui, e não sei por quanto tempo vai ficar desta vez, costuma falar pouco e nunca me diz quando se tem que ir; mas hoje eu me agarro a ela com tanta força que por agora não quero deixá-la escapar.