Frase de Eduardo Pragana
Ah! se eu soubesse falar todas as linguas; subiria ao topo mais alto do mundo! e gritaria para que todos soubessem o quanto eu te amo!!!! Eduardo Pragana
No pensador.ai desde
Ah! se eu soubesse falar todas as linguas; subiria ao topo mais alto do mundo! e gritaria para que todos soubessem o quanto eu te amo!!!! Eduardo Pragana
No pensador.ai desde
A saudade é a presença da ausência de alguém, e lembrar é permitir-se estar próximo a este alguém, mesmo que em pensamento.
NÓS ENQUANTO MATÉRIA, NÃO PASSAMOS DE FRÁGEIS SEMENTES, QUE DESENVOLVEM-SE NOS ESTRUMES DOS NOSSOS ANTEPASSADOS, POIS NASCEMOS, CRESCEMOS, BROTAMOS E MORREMOS. ASSIM NOS TRANSFORMAMOS EM ESTRUMES PARA NOSSAS FUTURAS SEMENTES.
SEM SENTIDO E chegada a hora ! já não existe sentido, se e que existia! e se existia! qual o era?
SEM SENTIDO E chegada a hora ! já não existe sentido, se e que existia! e se existia! qual o era? Que sentido tínhamos nos? e por que não usamos os nossos sentidos? pois o que nos ensinaram! já não eram mais sentido e aprendemos! Mas o que aprendemos! já era sem sentido, se e que aprendemos este sentido! Ai passou-se a hora! E só assim percebemos que existia um sentido! " O VIVER"!!! Porem já era tarde, e nada poderíamos fazer então tudo acabou sem sentido!. Eduardo Pragana
A VIDA HUMANA A vida e inesperada para aqueles, que tentam dar um salto mais alto!
A VIDA HUMANA A vida e inesperada para aqueles, que tentam dar um salto mais alto! e também para aqueles que tentam subir degraus por degraus, A vida e ingrata para aqueles, que sempre se expõem a ela, bem como para aqueles que se resguardam. A vida e inútil para aqueles, que vivem correndo contra o tempo, assim como para aqueles que estão sempre estáticos nela. A vida e invalida para aqueles que se entregam desmasíados, e ate mesmo para aqueles que não acreditam nela, A vida e inesperada, ingrata, inútil e invalida! mas, para que não acredita nela, e para aqueles que se deixam levar-se por suas infinitas armadilhas e loucuras, pois a VIDA E SIMPLESMENTE " INTENSA". Eduardo Pragana