Frase de Janaína da Cunha
O ENCANTO E A SEREIA Era um renascer tão Perfeito que deu medo. Mas ela vivia e corria riscos, - Alma de Poeta - respirou fundo e se entregou. Despiu-se da desconfiança, perfumou-se de tempo, passou vinho nos lábios e no Mar mergulhou. Ah, vento travesso!, ao presenciar o mergulho faz uma traquinagem: balança - mexeriqueiro - as coloridas folhagens da mata em volta da ilha e pensa "salvar" sua Bruxinha de outra sacanagem. Uma praia escondida, que não era deserta, tinha uma pequena sereia. Ela ri e segue em frente feito onda faceira. O Vento cometeu um engano. Ela não temia porque não era uma sereia. Ela era o próprio Encanto. Janaína da Cunha
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