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Frase de Maria Luiza Barros Grochvicz

A Luz que Pregam Pregam a luz, mas vivem na escuridão. Falam de amor, mas carregam julgamento no coração. Pronunciam o nome de Deus como quem conhece a verdade, mas esquecem que nenhuma fé deveria caminhar ao lado da crueldade. Estendem a mão em público, sorriem como se fossem abrigo, mas, quando encontram alguém diferente, transformam o abraço em perigo. Pregam aceitação, mas escolhem quem merece pertencer. Falam sobre perdão, mas não sabem perdoar o que não conseguem entender. E talvez a maior ironia seja chamarem de escuridão aquilo que simplesmente não se parece com a luz que aprenderam a imitar. Porque há quem acenda velas, faça orações e fale de salvação, mas seja incapaz de oferecer um pouco de compaixão. Eu não preciso apontar dedos. A consciência sabe quem é quem. Afinal, quem realmente vive na luz não precisa provar que é luz para ninguém. Há quem pregue a luz em nome de Deus, enquanto escolhe viver na escuridão quando ninguém está olhando.

Maria Luiza Barros Grochvicz

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Seria Saudade ?.... Se você não está, o mundo continua.
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Seria Saudade ?.... Se você não está, o mundo continua. As ruas permanecem cheias, o relógio continua correndo, as pessoas continuam sorrindo. Mas alguma coisa perdeu o lugar. Porque existem ausências que não fazem barulho. Elas apenas mudam o peso do silêncio. Se você não está, eu ainda procuro seu rosto entre desconhecidos, como se o acaso pudesse devolver aquilo que o tempo levou. E talvez seja isso que mais dói: não sentir sua falta a cada segundo, mas encontrar você em coisas pequenas. Em uma música. Em uma tarde. Em uma frase qualquer. Naquele lugar onde você costumava estar. Se você não está, eu aprendo a continuar. Mas continuar não significa esquecer. Algumas pessoas vão embora da nossa vida e permanecem em alguma parte dela. E eu sigo. Com a saudade escondida entre os dias, com seu nome guardado onde ninguém consegue alcançar. Talvez um dia eu acorde e não procure mais por você. Talvez a ausência deixe de parecer ausência. Mas hoje, se você não está, eu ainda sinto que falta alguma coisa no mundo. E talvez essa coisa seja simplesmente você.

Experiência Eu não nasci em palavras, nasci em silêncio.
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Experiência Eu não nasci em palavras, nasci em silêncio. Primeiro, uma nota. Pequena, quase tímida, como quem ainda não sabe se deve ficar. Então outra responde. E, de repente, há uma história inteira crescendo dentro do peito. Eu fui aquilo que passou, aquilo que doeu, aquilo que quase ficou, mas escolheu partir. Fui o medo antes do salto, a lágrima antes de cair, o último olhar antes de seguir. E quanto mais eu caminho, mais alto eu me torno. Não porque a dor desapareceu, mas porque aprendi a carregá-la sem me curvar. As notas correm, como memórias sem destino. Sobem. Insistem. Transbordam. E quando parecem chegar ao fim, eu descubro que era apenas o começo de outra coisa. Talvez viver seja isso: perder algumas versões de nós para encontrar outras no caminho. E talvez a música diga aquilo que eu nunca soube dizer: eu estive aqui. eu senti tudo. eu sobrevivi ao que me mudou. e ainda estou caminhando. Então as notas diminuem. O silêncio volta. Mas agora eu sei: o silêncio nunca foi vazio. Era apenas a parte da história que ainda não tinha aprendido a cantar.