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Frase de Samuel Eduardo Fortes

Continuo Bebendo Em um bar em Barreiras no oeste baiano, em uma bar meio sujo e com cheiro de gente, vejo um senhor com dois copos de pinga vis-a-vis, me fez lembrar de um senhor que tive de abordar para saber. Em minha rua, eu que não sou de beber, depois de ter notado que sempre na mesa ao lado quando comprava tabaco, ele sozinho, tomava pinga, com dois copos defronte na mesa e as reveza. Até que um dia perguntei se era a mesma bebida qual o motivo de dois copos? O baiano cordial, disse: "promessa feita com um amigo." Quem morresse por último sempre beberia um pelo outro. Por isso, tomava o gole dele e do amigo. Não pude deixar de perguntar quando sabia a hora certa de parar, para não ficar bêbado. Ele me respondeu: quando estou ficando de porre eu paro e só ele, que já morreu, continua bebendo.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.