Frase de Maira Motta
Loucuras Incabíveis O início da loucura... Pessoas unidas numa casa, Amigos, conhecidos, desconhecidos Uma dupla, um trio, um quarteto... alguém só... mas todos juntos... Líquidos unem pessoas. Vontades soltas e contidas ... definem a consequência dos fatos... ir ou não ir?! eis a questão imposta... Ficando ou não os líquidos permanecem a unir pessoas.... apenas o círculo aumenta... cresce e se amplia para a cidade. Mas junto com este crescimento do espaço unido, as vontades aumentam... sem saber alguns que este é apenas um prólogo... O que esta por vir, nem os líquidos de uma louca noite anterior conseguiram impedir. Uma loucura desmedida.. que a aparência do ânimo tentava criar a ilusão... mostrando um desanimo que não existia. Segue-se caminho rumo a liberações e desprendimentos de vontades, vontades imersas em líquidos abundantes... vai, não entra, volta... são as convenções... ninguém quer ser o primeiro a adentrar o cenário, volta, liquido e vai agora já esta liberado o cenário... e tudo começa a acontecer.... o ar começa a incomodar... o corpo a se movimentar e a multidão se une... são tantas loucuras sem cabimento... sou incapaz de descrevê-las pois assim me contradiria, se realmente coubessem aqui... O tempo começa a enlouquecer ... começa a correr como um insano... se esquece das vontades... das chaves perdidas... chaves que abrirão e permitirão o abandono do cenário... Mas há ainda no cenário uma louca perdida... Líquidos nas mãos em vidro. A chave faz cessar o choro, numa casa vizinha... porque o cenário deixou de existir... Entram duas.... estranhamente entram dois... Conhece-se um ... desconhece-se outro... mas nada impede a vontade até então... Liquido, fumaça, corpo, fogo, pensamento... são os simples elementos que compõem aquele universo... Mãos perdidas, dentes soltos.... um problema... uma explosão... o sol cega, esquenta e já não dá para ficar parado... o toque do compromisso mais uma vez adiado insiste em incomodar... Dois expulsos.... Largados e abandonados ... Em plena cidade acordada... um modo de comunicação entregue... vai e volta ... e já não mais dois já não há mais liquido... só resta a insonia e as lembranças... loucuras contidas... e a tentativa de compreender algo que não pode ser compreendido... só restava saber algo... que a louca perdida na festa estava agora amarrada... numa cama de hospital... sem lenço, sem documento.... sem sapatos e que um desconhecido... descia do ônibus, para um encontro com céu e mar...
No pensador.ai desde