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Frase de Vitor Minetto

Tento me encontrar em cada frase que expresso Tento buscar nas memórias quem eu sou Tento olhar para trás e ver os caminhos que trilhei Apesar de não descobrir nada, ainda tento... Lembro-me de quando era pequeno De quando tudo era ingênuo Épocas passadas onde ainda não sabia o peso da angústia Sem sentir essas dores de ansiar o futuro Não aguento mais esse fardo de incertezas Desse sofrimento de viver e não saber quem sou Sou o homem que vive sem saber viver Mas vivo querendo não morrer Em um mundo visto de uma única perspectiva A mais simples que eu mesmo criei Parto rumo a qualquer coisa que eu possa crer ser real Pois de um ponto chega-se a outro, e desse parte de mim! Apesar de tudo, não encontrei minha doença... Não conheço a minha cura... Não consigo dizer nada sobre mim... Esvaio-me então no que poderia me tornar... Pois bem! Contei a todos presentes como os homens são O quão desamparado e só estão E digo que não só a mim, todos somos iguais nesse mundo Como cegos andarilhos sem destino traçado Como barcos sem vela a navegar no mar aberto Mas não se assolem! Pois ainda dizem... Que alguém compreenderá a nossa mente, e poderá nos tirar desse paradigma! Então respire e relaxe Sente-se e reflita Escute sua mente e diga o que te aflige Pois como eu, te mostrarei como viver no seu próprio mundo...

Vitor Minetto

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Pensador.com

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Outras frases de Vitor Minetto

Lembranças do amor Nada mais vejo além da escura penumbra Desta recordação que me desfaço de minha alma
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Lembranças do amor Nada mais vejo além da escura penumbra Desta recordação que me desfaço de minha alma Que cala-me e faz padecer em súbito silencio A solidão que habita nas verdades, dizendo nada existir Desta que encrusta em minha garganta Que asfixia-me como o escarro matinal Do meu delírio da realidade ínfima Do repúdio de meu ser incrédulo – ódio eterno- Digo-lhes, amados, que deste dia não proveis Por tantas outras nascentes, não sacia-o está! E ainda pronuncias de nunca velar do ser próprio Pois de teu veneno, ainda há de provar Desde então, parte deste mundo pertenço Da mesma terra que esconde a vala que há de ansiar Onde extinguem em lagrimas que derramam pelas faces pálidas e descoradas E perfilam pela alma, banhando-a de felicidades passadas Desta quebra dos lapsos dos sonhos com a subjetividade Das fontes que aqui se secam com o ultimo escoar de esperança Até as verdades ditas pela ausência do inseparável Nunca irei de me esquecer deste que me fez única mente ser...

Pedido do apaixonado Mesmo hoje o céu estando escuro Um sentimento ardia dentro de mim
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Pedido do apaixonado Mesmo hoje o céu estando escuro Um sentimento ardia dentro de mim Queria poder dizer tão belas palavras e sentir todas elas Elas que seria de mim, os sentimentos mais profundos Hoje me sinto contente por conseguir algo que nunca tive... Este que seria o poder de dizer tudo aquilo que tinha guardado Onde meus pensamentos tocaram meus sentimentos Então agora se entendem para que possa lhe dizer Sinto isto que me transborda, de uma imensurável alegria Alegria essa de meu sorriso ter sentido De meus passos seguirem outro caminho De cruzarem com seu olhar e dizerem tudo no silencio Pego-me em pensamentos que me levem a este sentimento Que preenche todos os vazios de mim, me completando a cada instante tendo seu nome Parece ser coincidência, mas tudo o que me preenche me remete a sua presença Seu cheiro... Seu calor... O afeto que me dá a cada dia que se passa, como és linda! Mas peço senhor que guardes de mim Guardes de mim meu coração antes que padeça Antes que minha boca cale e não diga mais nada e tudo morra em silêncio Que deste coração, não bate mais somente por mim...

Como és bela, única e doce Tua cor rubra e vívida me enche a alma Nas nuances perfeitas, me fazem ir ao delírio
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Como és bela, única e doce Tua cor rubra e vívida me enche a alma Nas nuances perfeitas, me fazem ir ao delírio Iguais aquelas feitas na delicadeza das quimeras Como és bela, única e doce Surpreende a alma com um sentimento ávido Aos descuidados chagas ardentes terão de cuidar Destinada aos calmos que a apreciam Como és bela, única e doce Sorte daquele que em seu jardim a tem Amar e cuidar são sinônimos de afeição Parte integra de sua exuberância Como és bela, única e doce Poderei toca-la sem pudor algum? Apreciar se por alguns estantes de sua presença celeste Peço para que me perdoe a indecência do desejo Como és bela, única e doce Eis a felicidade em forma, simples e atraente Anseio o dia em que floresça em meu quintal Poder tê-la a todo instante e dizer: Como és bela, única e doce