Frase de Marilina Baccarat de Almeida Leão escritora brasileira
Apresentação Se voltarmos o nosso olhar, para dentro de nós mesmos, vamos relembrar de cenas, que fazem o tempo parar de correr, que fazem com que esqueçamos tudo à nossa volta...Viagens, que podemos relembrar mil vezes e voltar atrás e revivê-las novamente... Não haveria outra forma de viagem, outro jeito de imaginar, como seria o nosso “EU”, se não pudermos vivenciarmos tudo, mas tudo mesmo, como uma viagem sem fim...Escorregar para dentro de nós, pois do contrário, não seria o nosso eu, a sentir... É como se estivéssemos em uma estação, a espera do trem, que nos levaria para dentro de nós mesmos... A mala, onde carregamos as recordações, o perfume, o som das vozes na estação...Então, é quando tudo se faz silêncio e somente uma luz acesa nos lembra que estamos na estação e não há mais ninguém... Só nós com os segredos de viagens, que levaremos para dentro de nós mesmos, no silêncio dos sentimentos... Uma luz acesa nos lembra que estamos ali, e não há mais ninguém... Só nós e nossos segredos... O nosso “EU” a nós pentence, não haverá heideiros para as recordações, que há dentro dele... Uma pequena ponte, nos levará até ele, é uma ponte, que se oferece a nós, larga, aberta para que possamos entrar, e, no entanto, falta-nos a coragem, mesmo que fosse só para sentirmos um pouquinho da nossa essência, que habita em nós... A abertura oferecida, a possibilidade de irmos...Só para olharmos... Vamos dar o primeiro passo, para atravessarmo essa ponte, em direção ao desejo de sentirmos, bem de perto o nosso “EU”...Embora a porta aberta nos convide a entrar, parece que algo nos segura, como se ferros houvesse em nossos pés a adentrar... Se não formos, não saberemos... Se ficarmos, não seriamos o “EU” de nós... Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro " O Eu de Nós
Marilina Baccarat de Almeida Leão escritora brasileira
No pensador.ai desde