Pular para o conteúdo

Frase de Gih Schmidt

Existe uma tendência em olhar para os pais apenas pelo que faltou ou pelo que doeu. Mas há algo mais profundo atravessando esse vínculo. Eles não são aleatórios na sua história. São parte daquilo que te constitui, no que é visível e no que não é. Muito do que você carrega não começou em você. Mas continua através de você. E reconhecer isso não é justificar, nem romantizar. É compreender. Porque, a partir dessa consciência, surge uma possibilidade diferente. Não repetir, mas integrar. Não negar, mas transformar. No fim, não é sobre quem eles foram. É sobre o que você faz com o que chegou até você.

Gih Schmidt

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Gih Schmidt

Existe um momento em que a pessoa começa a perceber que muitas ideias, medos e padrões que carrega nunca nasceram dela. Foram absorvidos aos poucos, repetidos tantas vezes que pareciam verdades absolutas. O autoconhecimento muda isso. Ele faz surgir perguntas que nem sempre são…
Continuar lendo

Existe um momento em que a pessoa começa a perceber que muitas ideias, medos e padrões que carrega nunca nasceram dela. Foram absorvidos aos poucos, repetidos tantas vezes que pareciam verdades absolutas. O autoconhecimento muda isso. Ele faz surgir perguntas que nem sempre são confortáveis e desmonta certezas construídas apenas pela influência externa. Por isso, olhar para dentro exige coragem. Nem todo mundo está disposto a encarar a própria consciência sem distrações, sem máscaras e sem narrativas prontas. Mas é justamente nesse processo que nasce uma visão mais livre, mais lúcida e mais verdadeira sobre si mesmo e sobre o mundo.

A pressa constante nos desconecta de nós mesmos. Quando seguimos no automático, sem pausas conscientes, acabamos repetindo ciclos que drenam nossa energia e limitam nosso crescimento. Observar o próprio ritmo, silenciar por alguns instantes e respirar com presença não é perda d…
Continuar lendo

A pressa constante nos desconecta de nós mesmos. Quando seguimos no automático, sem pausas conscientes, acabamos repetindo ciclos que drenam nossa energia e limitam nosso crescimento. Observar o próprio ritmo, silenciar por alguns instantes e respirar com presença não é perda de tempo, é um retorno. É nesse espaço que percebemos o que precisa ser transformado e o que já não faz sentido carregar. Evoluir exige esse encontro interno: pequeno, simples e profundamente necessário.