Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
Ó NOITE... Ó noite, ampla noite, de insonolência Noite umbrosa, de fado aos sofredores Suspiros, preocupações e tantas dores Nessa apertura tediosa e sem paciência Socorre a alma ó repouso, com essência De paz, suste a tortura e seus langores Ó quimera venha a mim para dispores Sonhos calmosos, e me tire da dolência E o silêncio, que estronda a harmonia Numa solidão que no breu se mistura Insistente, e tão tomado de teimosia Inquieto sinto o negror da amargura Sobras frias, sinto áspera melancolia Na rude poesia, canto! Ó noite dura! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 20 de abril de 2021, 03’23” – Araguari, MG
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
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