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Frase de Lorenzo Almeida

Manuela Numa tarde ensolarada, passaste uma garota na orla da praia, eu estava acompanhado, mas não pude deixar de nota-lá. Sua camisa de longe minha atenção chamará. Ali vi uma oportunidade de criar uma ligação. Eu a elogiei e logo depois ela retornará. A interação foi sucinta, exalou um jeito meigo e, ao mesmo tempo, distinta. Manuelase chama ela, garota agradável, detém bons e curiosos gostos, marcante e admirável. A vi uma só vez, na tarde ensolarada de algum mês. Manuela se chama ela. — de Lorenzo Almeida, para Manuela Marques.

Lorenzo Almeida

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Lorenzo Almeida

Não Vejo-Me Aqui Ao emanar a fumaça do cigarro, sinto que estou me livrando da angústia que há em mim. A melancolia me corrói,
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Não Vejo-Me Aqui Ao emanar a fumaça do cigarro, sinto que estou me livrando da angústia que há em mim. A melancolia me corrói, é angustiante, me destrói. Não vejo-me aqui, Desejo desistir. Um sentimento indescritível, Uma dor interna horrível. Tenho um corpo funcional e limitado. Dor, angústia, agonia, tormento. Penso: é uma condição mental? Um acontecimento anormal? Sinto-me desconfortável constantemente. É… essa é a vida que eu levo e sou consciente. Meu corpo é uma anomalia. Nada faz sentido, nada. Só sei que fumar, me automedicar, me alivia. — Lorenzo Almeida (24.10.24).

Anestesia Ao sentir o sabor, as partículas, o vinho como um todo, sinto-me relaxado, sensação de anestesia e rebeldia. Dez horas da manhã e já sinto-me levemente alterado. É, sensação de anestesia.
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Anestesia Ao sentir o sabor, as partículas, o vinho como um todo, sinto-me relaxado, sensação de anestesia e rebeldia. Dez horas da manhã e já sinto-me levemente alterado. É, sensação de anestesia. Cigaretto; Vinho; Sedativo; Música. O ‘quarteto fantástico’ que asfixia minha disforia, minha angústia e minha melancolia. Ao colocar uma dessas coisas para dentro, todos os problemas se vão. — Lorenzo Almeida. (25.10.24).

A Última Vez A última vez me marcou por mais de 1 mês; a última vez me dilacerou feito uma navalha em meu pescoço, nada pude fazer,
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A Última Vez A última vez me marcou por mais de 1 mês; a última vez me dilacerou feito uma navalha em meu pescoço, nada pude fazer, me senti no fundo do poço. O tempo me surpreende, tudo colaborava pela nossa ligação, o tempo passou, de tudo… ah, de tudo só tenho recordação. Pensar nisso me fere, não sei o que sentes, mas sentirei-me confortável ao saber que estás alegre. O passado foi reconfortante. Lembro-me até hoje dos seus olhos brilhantes, do seu sorriso, da sua feição, toque. Na verdade, lembro-me de cada instante. — Lorenzo Almeida.

Passado. Fugir do passado é impossível tal como fugir do abraço da morte. Eu tento; mas não consigo, o passado sempre me enlaça, me alcança, estás aqui, ali e no meu próximo passo. O passado estás nos bancos da orla, no degustar de um vinho barato, no olhar daquelas garotas — q…
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Passado. Fugir do passado é impossível tal como fugir do abraço da morte. Eu tento; mas não consigo, o passado sempre me enlaça, me alcança, estás aqui, ali e no meu próximo passo. O passado estás nos bancos da orla, no degustar de um vinho barato, no olhar daquelas garotas — que ficastes no passado. Pela eternidade estarei lutando para esquecer, mesmo sabendo que perderei esta dura batalha. Afinal, vivi, toquei, fui tocado, beijei, fui beijado, abracei, fui abraçado, senti cada suspiro, olhar, intenção ao meu lado. Jamais escaparei, no futuro, deste incompreendido passado. — Lorenzo Almeida.