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Frase de Thomaz Alves

O que me assusta a noite? O que me fere sem tocar? O que arrepia meu espirito? O que faz de meus medos,mais intensos? Eu tenho medo de tudo e de todos. Medo da escuridão nos olhos Medo de mim e dos corvos Medo dos vivos a solta Medo do medo que soa Medo de meus pensamentos Medo da brisa e dos ventos Medo implantado na alma O medo de morrer e de sobreviver,de resistir e de existir. O medo como esculdo e como um infortunio Como espada,e como um karma.

Thomaz Alves

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Thomaz Alves

Será que sobrevivo até o amanhã? Às águas de um rio correm como de costume fazendo o que deve fazer, nascem em um ponto e morrem noutro, de um ponto ao outro são felizes, porque nasceram para fazer aquilo. Mas às vezes caem pedras e troncos no rio e impedem de concluírem seu tr…
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Será que sobrevivo até o amanhã? Às águas de um rio correm como de costume fazendo o que deve fazer, nascem em um ponto e morrem noutro, de um ponto ao outro são felizes, porque nasceram para fazer aquilo. Mas às vezes caem pedras e troncos no rio e impedem de concluírem seu trajeto, o rio transborda e o outro lado seca. Assim são as arvores que nascem com o propósito de cresceram e gerarem frutos, mas vem o lenhador e a impede de crescer, de viver e de ser. O caminho da felicidade torna-se então quase que inconcebível. É certo que o sofrimento nos torna forte, mas também fragmentam nossas esperanças, sonhos e virtudes, nos tornando sem percebermos pedras e troncos para outros.

Minhas ilusões sufocam-me intensamente. Sonho bastante com o fim de meus dias e lembro-me sempre das noites que se tinha consolo e apego absoluto. Isso me enlouquece e fortalece minha solidão.
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Minhas ilusões sufocam-me intensamente. Sonho bastante com o fim de meus dias e lembro-me sempre das noites que se tinha consolo e apego absoluto. Isso me enlouquece e fortalece minha solidão. Meus versos mostram tristeza,saindo nas linhas e acentos. Cada vírgula é uma pausa do que já não aguento,e oro fervorosamente por um ponto final nessas ondas amargas. O triste fim de uma era ingênua se foi,e uma guerra de deuses se inicia. Tenho música em mim a todo momento,levo sempre a 9ª de Beethoven e Beatles na memoria,e isso me acalma. Tenho ideologias bem morais e amorais,graças a Nietzsche e sua genealogia da moral. Aprendi a voar mais auto segundo um tal Fernão Capelo Gaivota. E diante de um diário de um mago,aprendi a admirar bem mais o percurso,do que a chegada. O final é duro,inevitável e suportável,com uma leve sombra de receio.

O seu encanto me encanta! O beijo me lava a alma e os labios. Grito dentro de mim,pra todo ser escultar.
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O seu encanto me encanta! O beijo me lava a alma e os labios. Grito dentro de mim,pra todo ser escultar. Quebro-me e refaço-me seguidas vezes,e o final transcede-me sempre ao mesmo inicio. Sei que não sou tão forte,mas a força que tenho é forte o bastante para suportar. Minha tristeza é feroz e o meu escudo pequeno. Sou de mim,sei de mim e de mim desconheço. Eu me nego,me entrego e logo esqueço. Sou arvore,galho e tempestade. Medo,desespero e coragem. Eu não vejo,me vejo e te vejo.

Minha alma na chuva rasteja Com todos meus sentidos falhos No verão meu corpo chora
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Minha alma na chuva rasteja Com todos meus sentidos falhos No verão meu corpo chora Lembrando você ao meu lado Num rio de lagrimas mergulho Afogando-me nas sombras dos teus passos Das janelas fechadas do meu quarto Só me resta apenas um retrato Escravo sou de tuas lembranças Que me cercam e me devora todo Na brisa leve das manhãs de março Eu me encontro no covil dos tolos Lembro-me dos teus olhos negros E também de seus cabelos curtos Da tua pele clara como a lua E dos teus lábios carnudos A imagem na memória é nítida como real Tão intensa é a vontade que te tenho Guardo-te nas lembranças tal como um tesouro E se caso não revê-la um novo amor invento