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Frase de Jean Douglas Pereira

Olha, eu sei que tenho andado meio distraído, um pouco relapso, desleixado. Talvez tenha sido aquele dia, onde eu estive notando alguns pequenos detalhes. Sabe, realmente foram sempre pequenos detalhes, aqueles que passavam despercebidos, que ninguém além de mim notava. Era aquela forma que quando você ficava nervosa, você mexia o polegar em torno do dedo indicador, ou quando ainda fazia esse mesmo gesto e mordia o canto inferior direito do lábio, como disse, eram pequenos detalhes, como quando você não acreditava no que eu falava e erguia apenas uma sobrancelha, quase sempre era a direita, ou então, lembra aquele sorriso safado e sarcástico que você soltava quando eu lhe dizia algo que você teimava não ser real, ah sempre foram pequenos detalhes, que ninguém jamais vai reparar, mas eu reparei, e acredite, continuo reparando. Passaram se meses, anos, e você apesar de ter crescido, continua com as mesmas manias, os mesmos costumes, o mesmo sorriso, a mesma inocência, ahhh como eu suspiro vendo seu sorriso, ou como seu olho brilha a cada elogio recebido, a cada presente aberto como se fosse o último, a cada buque de rosas recebidas, você ainda é uma criança, seu espirito ainda é de criança, uma mulher que por dentro nunca deixou de ser aquela menina que eu me apaixonei e que no fundo eu sempre fui o mesmo idiota, inconsequente que você jamais deixará de amar, pode passar o tempo que passar, as pessoas que entrarem e possam entrar em nossas vidas, sabemos que nada vai mudar.

Jean Douglas Pereira

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Pensador.com

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Temerá pelo dia que não chegará, pelas palavras que ansiosamente, não, ansiosamente não, desesperadamente esperará ouvir, pelo abraço que chegará de forma tardia ou ainda por aquele eu te amo no fim da noite, após o beijo de boa noite. Temerá por tanta coisa, tanta coisa sem exp…
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Temerá pelo dia que não chegará, pelas palavras que ansiosamente, não, ansiosamente não, desesperadamente esperará ouvir, pelo abraço que chegará de forma tardia ou ainda por aquele eu te amo no fim da noite, após o beijo de boa noite. Temerá por tanta coisa, tanta coisa sem explicação, outras até com alguma explicação, porém sem sentido. Apenas temerás e por vezes isso o angustiará. Temerá não ter vivido aquele dia intensamente ou então de não ter roubado aquele beijo em um momento oportuno que deixou passar, temerá por ter fugido do que sentia e isso com certeza te atormentará e como te atormentará. Temerá por não ter certeza de ter feito a coisa certa ou então por ter feito algo errado, serão tantas tormentas, tantas coisas que lhe atormentarão que você irá parar e se perguntar: Poxa Deus, dai-me um pouco de paz! Temerá pelo medo de nunca encontrar alguém que possa verdadeiramente amar e temerá ainda mais quando aquele namoro de anos terminar e você se ver perdido em meio a um bilhão de pessoas, isso lhe fará sofrer, mas o temor de isso acontecer será infinitamente maior a qualquer vivência do mesmo. Temerá um dia acordar vendo que todos os temores que passaram de nada adiantaram, em nada lhe acrescentaram e não o fizeram crescer o suficiente para entender que temores foram feitos para pensarmos sempre antes de agirmos e que sempre que temermos a algo é porque realmente se importamos demais em nos sentirmos seguros para darmos segurança a alguém que direta ou indiretamente estará por um lapso temporal ao nosso lado ou não! De nada adiantaria o temor de perdemos algo, deixarmos algo ou alguém passar, coisa acontecer ou não, senão fosse com o único intuito de nos realizarmos e ver alguém se realizando ao ver nossas conquistas. Senão existisse o medo, seríamos pessoas sem objetivos, sem esperança e o mais importante, sem amor!