Frase de Tailan Kerusso
Eros __ Eu queria compreender o sentido de se estar com alguém Jaz que o passado não se revela tão bom Marcas cravadas na alma, espinho que aos passos se cruzam Uma vida cheia de cicatrizes, injustiças Não vejo um sequer sinal de novo O passado me visita, me invade, me possui Eu aqui perdido neste caos que me propuseram E eu que ingenuo, recebi Distante, caminhei E a cada longos passos não olhei para traz Continuei, avante pequeno menino Alguns calos, outros tombos Disperso no chão não relutei em levantar Pois estava comodo ali, entregue Quem passa não sente, Quem vê não entendi Uma imagem ofuscada de uma civilização perdida As margem uma fonte exaurida Na lama perdeu-se o brilho E o doce e delicado perfume Um caos a caminhar sem rumo A passos árduos e severos caminha ho menino Pois que já homem entregue em sua indefinição Relutante em se descobrir a olhos nu Perdido no reflexo das sombras frias que o cerca Descobre por meio das cicatrizes um desencanto Mergulhado em seu poço, pois o mesmo não se faz mai moço Em que tuas razões não se faz mais lucidas Seu ser primitivo entregue sem forças a onde olhar Numa terra distante não consegue repousar mais teus passos Nem tua boca mais busca saciar-se de águas jaz vivas A poeira do caos tem como leito Pois sozinho não encontra a quem possa se correr Um suspiro Recai a consciência Desfazer das muletas foi para ele um dos piores feitos Um desastre incalculável, Pois o desfez diante dos olhos que reluzem hipocrisia Sabia ele da grande desgraça que veria, não relutou Avante caminhou para seu desmanche Pois uma terra que não se deixa preparar para um novo feito jamais colherá suas belas fontes Pobre e rico menino que ao se propor assim se fez brilhante Lutando para ergui-se no novo Descobridor de seu mundo se torna um louco Pois não caminha perante os de sombras nos olhos Ele adentra em passos livres para seu novo livre cântico Não pertence a ninguém e ninguém o possuí Não existe tempo senão passos novos A dor de outrora foram doce percusso Não sabe quem é nem o que é proposto Apenas caminha, recria, desfaz tua nova canção Ninguém o poderá impedir pois as formulas são suas Ninguém detêm de suas plantas Mas já moço não se dispersa em sempre recomeçar teu mundo consciente és teu E em cada mundo remonta seu percurso Um novo suspiro, um silêncio E a voz do seu interior te aquece Pois sua autoridade se desvanece Por si só se ergue Haverá almo mais, mas, este desconhece Não há fins felizes, apenas a certeza desfeita lhe basta Pois desconhece-te a si mesmo Caminha sobre "o futuro de uma ilusão"
No pensador.ai desde