Frase de Helenilson Persi
Abram seus olhos e deixem que a luz lhes mostrem o caminho.
No pensador.ai desde
Abram seus olhos e deixem que a luz lhes mostrem o caminho.
No pensador.ai desde
Recebemos muitos implantes mentais ao longo da vida e somos introduzidos a um senso de moralidade na infância que em parte nos liberta e em outra nos aprisiona ao longo de nossa formação.
Sempre acreditei que ver o mundo com os próprios olhos fosse o maior desafio do indivíduo.
O fato de não compreendermos com precisão o que acontece diante da interrupção da vida - biológica, mental e todas as energias - da mesma forma que entendemos o nascimento de um ser vivo, me leva a imaginar um universo ainda maior na totalidade de suas dimensões. Transcendemos…
O fato de não compreendermos com precisão o que acontece diante da interrupção da vida - biológica, mental e todas as energias - da mesma forma que entendemos o nascimento de um ser vivo, me leva a imaginar um universo ainda maior na totalidade de suas dimensões. Transcendemos a realidade conhecida? Mergulhamos num sono completamente escuro e sem sonhos do qual jamais despertaremos outra vez? Nossa matriz energética se dispersa e não se converte em mais nada, apodrecendo-se com a matéria de nossos corpos? Melhor, se almas ou espíritos existem, como um tipo de matéria ou energia, a morte seria um estágio natural do processo que nos leva a assumir sua verdadeira forma ou seu perfeito estado?! Uma possibilidade fascinante! Aterrorizante!
Perante isto tudo, deste universo terrestre suportado pelos tão frágeis alicerces da moralidade, me identifico com Nietzsche sobre como cada um de nós pode se deixar ser um produto adequado ao meio ao qual somos condicionados, ou partir para uma jornada de autodescoberta tão gr…
Perante isto tudo, deste universo terrestre suportado pelos tão frágeis alicerces da moralidade, me identifico com Nietzsche sobre como cada um de nós pode se deixar ser um produto adequado ao meio ao qual somos condicionados, ou partir para uma jornada de autodescoberta tão grandiosamente singular deslumbrante que o eu de hoje não pertencerá ao de amanhã, contradizendo-se, descentralizando-se, desprendendo-se do meio ao qual foi inserido e condicionado a inércia.