Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
"DESENCONTRO/S" Peito meu, minha dureza Alma branda, fogo acesso Amo a quem ofendo Suspiro a quem desejo Ausência de sentimento Abranda o coração O cheiro a poejo deitado na panela Erva aromática plantada na terra Ó terra não me renegues sepultura Depois de morto Onde o meu corpo repousará Das saudades pungentes Atinge a alma o coração Porque ferir-me lentamente Desta prece de amarga ilusão Sangra a tortura no peito Quimera doce, vida passada Charco imundo, lamaçal profundo Que passo triste a lamentar a vida Onde não entra luz, só entra a morte.
No pensador.ai desde