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Frase de Ronaldo Elias Pena

O governo deveria arrumar uma porção de empresas públicas que gerassem rendas com gestores pagos por seus resultados, dessa forma eliminaria do desejo do mais esperto em arrumar situações cada vez mais mais criativas para enriquecer-se. Nesse campo existem dois tipos de funcionários públicos - um é o parasita que suga qualquer um que passar perto de seu habitat. Esse não gera nenhum tipo de benefício para o governo e só suga ambos os lados. e há aquele que cria inúmeros cenários para favorecer ou seduzir os outros para sua rede de vantangens. Esse é o menos danoso consideram os seus chefes, porque além de dividir os seus ganhos com a chefia, maximiza importantes resultados também para o setor público e para quem é seu parceiro. O seu ambiente business é intenso e cheio de contatos. Esse seria o gestor ideal para uma empresa pública que gerasse renda. Mas em qualquer caso são necessários instrumentos rígidos de controle.

Ronaldo Elias Pena

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quando se contrata um projeto de segurança. Damos a oportunidade de forma racional ouvir projetista com suas experiências em projetar e implantar, damos a oportunidade de pensar se o que havia sido proposto ou sugerido em orçamentos será realmente viável do ponto-de vista de aten…
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Quando se contrata um projeto de segurança. Damos a oportunidade de forma racional ouvir projetista com suas experiências em projetar e implantar, damos a oportunidade de pensar se o que havia sido proposto ou sugerido em orçamentos será realmente viável do ponto-de vista de atendimento das demandas (...) a maioria das empresas querem vender equipamentos e instalá-los, uma pequena parcela de empresas estão comprometidas com a busca de soluções adequadas e customizadas para cada caso."

O problema não é apenas concebermos quem está fora de nossos dominios protegidos são inimigos. O problema é a concepção que crio a respeito desse conceito. Com o inimigo se faz acordos temporais, ele é mantido sobre vigilância constante, sob custódia ou segundo os métodos de ocup…
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O problema não é apenas concebermos quem está fora de nossos dominios protegidos são inimigos. O problema é a concepção que crio a respeito desse conceito. Com o inimigo se faz acordos temporais, ele é mantido sobre vigilância constante, sob custódia ou segundo os métodos de ocupação dos militares, os inimigos são eliminados das proximidades de nossas fronteiras (...) quanto maior a resistência do suposto inimigo, maior a aplicabilidade 'os fins justificam os meios (...) que tipo de paz recupero desconfiando do outro como meu eterno inimigo"