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Frase de Lavínia Lins

"AS PÉTALAS DA ROSA BRANCA" "Enxerguei os borrões, ainda nas primeiras letras escritas da nossa história, Mas optei por arrancar do caminho as placas que sinalizavam a 'meia-volta'. Eu quis amar você, cuidar de você, entregar o meu coração sem medo, sem olhar pra trás. Mas todos os verbos que conjuguei foram poucos... Enquanto você enxergava apenas os espinhos, eu trazia nas mãos as pétalas da rosa branca; Tentava mostrar pra você a mágica que havia no desabrochar dela. Mas todos os verbos que conjuguei foram poucos... Me lembro das noites em que o meu coração pulsava desenfreadamente, na ânsia de ouvi-lo, Na expectativa de saber se você me traria flores ou dores (eu nunca conheci o seu 'meio termo'). Quantos contrastes! Ontem, você me mostrou o amor que nem mesmo eu pensei ser possível sentir; Hoje, me vejo retalhando as lembranças de um passado próximo, Tentando transformá-lo em algo que eu possa carregar comigo. Algo que eu possa usar para me proteger nas noites frias, vazias de você. Feito as pétalas daquela mesma rosa que depois de um tempo foram murchando, Eu percebo o meu coração se desprendendo do costume de ter você como habitante. Não há rosa que resista ao efeito do tempo sem o cuidado devido. E, mesmo que pra você os verbos que eu conjuguei tenham sido poucos; E, mesmo tendo visto as minhas pétalas se desfazendo com o tempo; Ainda assim, eu continuarei a amar você... Mesmo de longe... Até que um outro amor bata à minha porta... Até que eu não tenha mais que conjugar verbos... Até o dia em que trocarei a rosa branca por um jardim inteiro...". Mais em lavinialins.blogspot.com

Lavínia Lins

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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"Um, de dois... Que, sem o outro, nem meio é Inteiro, estou, se você aqui estiver".
“Por estes pastos que colorem a manhã, Cantei notas de um amor sem fim; Subi as serras num impulso só,
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“Por estes pastos que colorem a manhã, Cantei notas de um amor sem fim; Subi as serras num impulso só, Desejando encontrá-la em meu jardim. Se era a rosa mais bonita, eu já nem sei; Mas, nem me importa se era mesmo ou não; O que era preciso, ela sempre me fez: Sorrir, sem motivo, mesmo em noite de escuridão”.