Frase de Antonio Ramos da Silva
Pensares Cerram-se os olhos. As pálpebras lacram-se. Amor tecendo... Em penumbra. Em clausura. Em pensares. Sonoridade da voz que ouves... Balança as cordas da alma. Dança em liberta aragem nos braços da liberdade. Revire-me em páginas silenciosas (devaneio dos dedos teus) (tez dos segredos meus). O quão há no canto. Há saudade. Diz-me então? Ouça! Não lamentos meus pensamentos! Quando deitas naquela cela não há lamúria nem sofrimento. Sós dois corpos em aquarela pintando amor a luz da vela. Vejo-te e deixo-te bela. Na janela suave imagem fluindo em sentinela.
No pensador.ai desde