Frase de Alessandra Benete
(24 de junho 2013) Deixo que encontrem em mim o tal aconchego que desejo encontrar...
No pensador.ai desde
(24 de junho 2013) Deixo que encontrem em mim o tal aconchego que desejo encontrar...
No pensador.ai desde
Sinceramente, eu não ligo se você está a pé, de busão, bike ou de carro não ligo se chegar de regata ou engravatado
Sinceramente, eu não ligo se você está a pé, de busão, bike ou de carro não ligo se chegar de regata ou engravatado não ligo se você segue a moda se o seu perfume é da banca da esquina ou se é importado gosto mesmo é do cheiro da tua pele e de tudo em ti que te torna raro cheiro de pele não se encontra dentro de frasco gosto de tudo em ti que se torna raro
Escrevo para sair e ficar Não faço muito Desejo apenas libertar
Escrevo para sair e ficar Não faço muito Desejo apenas libertar Nutrir... Iluminar Sou barquinho frágil Que navega em correntezas Às vezes embalado Outras, arremessado contras as rochas Mas sigo... Não paro Não crio convicções Gosto de sentir e tocar Libertar Derrubar preceitos Derrubar regras Estimular o pensar... Gosto de ir e ficar
Que suas lutas, aflições e erros não formem muros ao seu redor, impedindo que novas oportunidades possam surgir ao longo de sua jornada... Mas que tornem-se pontes!
Algo de mim. Sou intensa quando pretendo ser. Amo quando quero amar.
Algo de mim. Sou intensa quando pretendo ser. Amo quando quero amar. Revelo-me em meus escritos e oculto-me em cada letra... Talvez você consiga me sentir... Talvez você consiga me decifrar... Eu disse talvez... Se eu deixar... Se eu quiser. Me entender não é tão difícil assim. Não necessita inteligência. Basta sentir... Quando o meu corpo falar... Não sou insensível e para chegar a mim, costumo dizer que não seja questão de tocar, Mas sim de sentir... Sou um intenso labirinto de emoções e sensações. Também choro às vezes e me pego sorrindo ao recordar de determinada situação. Viu... Sou uma mulher como outra qualquer... Ou quase... Confesso que tenho medo de amar... De me apaixonar... De me limitar... Sim tenho medo! Então vivo com meus devaneios, e meus diversos momentos de insensatez! Sou uma mistura indefinida. Perco-me em mim... Louca, desesperada... Em busca de algo que não sei o que é! Então vivo a vida dessa maneira devassa e precipitada... Talvez um dia a sanidade bata a minha porta... Devolvendo-me a vontade de não querer saber... De não querer sentir. Observo as pessoas... Sinto suas limitações... Mulheres que querem se libertar, que já estão cansadas de amar. Mulheres que não querem mais compromissos... Desejam ardentemente sentir outras emoções. Homens que querem amar desesperadamente, mas têm medo daquilo que tiraria sua masculinidade, simplesmente fogem daquilo que desconhecem e por isso limitam-se... Tentei me descrever diversas vezes... Confesso que não me conheço o suficiente... Que ainda não sei qual o meu limite... Que não sei tudo ou algo de mim. Pensei que soubesse o que era o amor... e decepcionei-me. Mas posso afirmar categoricamente que sou feliz! Costumo dizer que a felicidade está fragmentada em nós... Nos momentos insanos saímos em busca de algo que já possuímos... Acabamos nos precipitando e nos perdendo cada vez mais. Mas amo esta busca! A felicidade é como um quebra-cabeça, mas com peças infinitas e insensatas... Cabe a nós dar o perfeito encaixe! Por que razão por um limite em tudo? Temos esse grande defeito... Por isso não consigo me descrever, não imagino um ponto final em meu ser... Em minha essência... Por que tentar compreender? Por que sempre buscamos um motivo? Por que escrever algo de mim? Se é muito mais simples você me absorver e me sentir de uma forma completamente inimaginável....