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Frase de Thiago Carvalho

Às vezes eu me odeio por deixar que o amor sempre prevaleça dentro de mim. Eu tenho medo de me apaixonar. Eu tenho medo de amar. Conheço esse caminho de flores. Também conheço os espinhos escondidos entre elas. E, de alguma forma, são eles que sempre me encontram. Eu conheço a dor que existe em amar. Conheço a angústia da espera, o medo da perda e o silêncio que machuca. Mas, apesar de tudo, continuo acreditando no amor. Talvez porque o amor seja algo divino. E tudo o que é divino talvez não tenha sido feito para ser fácil. O caminho até ele exige coragem, entrega e, muitas vezes, algumas cicatrizes. Às vezes eu queria sentir menos. Ser menos intenso. Amar menos. Mas essa nunca foi a minha natureza. Então eu sigo... com medo, mas sem deixar de acreditar que, um dia, alguém entenderá que o verdadeiro amor não foi feito para ferir, e sim para cuidar.

Thiago Carvalho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Thiago Carvalho

Às vezes, as pessoas tentam reduzir aquilo que não conhecem: sua história, suas dores silenciosas, as noites em que você quase desistiu e mesmo assim continuou. Quem olha de fora vê apenas o resultado, mas ignora o caminho cheio de esforço que te trouxe até aqui. Não permita que…
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Às vezes, as pessoas tentam reduzir aquilo que não conhecem: sua história, suas dores silenciosas, as noites em que você quase desistiu e mesmo assim continuou. Quem olha de fora vê apenas o resultado, mas ignora o caminho cheio de esforço que te trouxe até aqui. Não permita que opiniões rasas tenham mais peso do que a sua própria trajetória. Ser diminuído ou humilhado não define quem você é — define apenas a limitação de quem não consegue reconhecer a luta do outro. Valorize cada passo que você deu, principalmente aqueles que ninguém aplaudiu. O seu caminho tem valor porque foi você quem o construiu, com coragem, quedas e recomeços. Respeite sua própria história. Quem conhece o próprio esforço não se curva ao desprezo alheio; segue em frente, com a dignidade de quem sabe exatamente o quanto custou chegar onde está.

Entre Ficar e Partir Este ano houve dias em que existir pesou mais que o corpo.
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Entre Ficar e Partir Este ano houve dias em que existir pesou mais que o corpo. Respirar parecia um compromisso longo demais para um coração cansado. Não era desejo de morrer — era vontade de silenciar o ruído, de descansar da própria consciência, de apagar, por um instante, a dor de ser. Mas algo — pequeno, quase invisível — permaneceu. Uma centelha teimosa que recusou o fim. E talvez viver seja isso: não a ausência do abismo, mas a escolha silenciosa de não pular hoje.

Quem vive ocupado demais em provar que é maior que os outros. Enquanto ela coleciona soberba,
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Quem vive ocupado demais em provar que é maior que os outros. Enquanto ela coleciona soberba, eu cultivo silêncio, tempo e sonho. Há quem confunda correria com grandeza e humildade com vazio. Desocupado, sim — de ego inflado, de máscaras, de aplausos falsos. E isso, convenhamos, é uma bela ocupação.

Havia um rapaz que morava “de favor”, expressão bonita para esconder o desconforto diário de não pertencer a lugar nenhum. Naquela casa, ele ocupava pouco espaço: um canto, uma cama emprestada e o silêncio. Falava baixo, não por timidez, mas porque aprendera que, para os outros,…
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Havia um rapaz que morava “de favor”, expressão bonita para esconder o desconforto diário de não pertencer a lugar nenhum. Naquela casa, ele ocupava pouco espaço: um canto, uma cama emprestada e o silêncio. Falava baixo, não por timidez, mas porque aprendera que, para os outros, pobre não tem voz — só eco. As pessoas ao redor tinham uma régua curiosa: mediam gente em cifras. Quem tinha dinheiro, tinha valor; quem não tinha, devia gratidão eterna e cabeça baixa. E assim o rapaz era lembrado todos os dias de que valia menos que os móveis da sala, afinal, eles ao menos tinham sido comprados. Mas a anedota da vida tem dessas ironias: enquanto o julgavam pequeno, ele crescia por dentro. Guardava humilhações como quem junta moedas — não para gastar em vingança, mas para investir em si. Estudou quando pôde, trabalhou quando ninguém quis, e sonhou mesmo quando riam do seu sonho. Um dia, sem alarde, ele saiu daquela casa. Não bateu portas, não fez discursos. Apenas foi. E o mundo, que parecia fechado para quem não tinha nada, resolveu se abrir para quem tinha coragem. Anos depois, alguém comentou: — Quem diria, né? Ele venceu na vida. E a resposta mais sincera veio do silêncio: ele não venceu por ter dinheiro agora, venceu porque nunca aceitou a mentira de que só o dinheiro faz alguém valer alguma coisa.