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Frase de Tássio

Há algum tempo, o tempo não passa. Meus dias têm sido cheios do nada E nada do que eu faço me livra dessa saudade Minha fiel companheira Que me remete até você a todo tempo O tormento que a tua falta traz me assola Tento não dar bola para as lágrimas Lástimas de alguém que muito te ama Que vive hoje o drama de estar longe do teu cheiro A distância só faz instigar O anseio de ter teu corpo junto ao meu Te abraçar e beijar teu sorriso Vivo, mas tudo parece cinza e sem cor E a dor só vai embora Na hora em que passamos juntos Ah, mas como essa hora tem demorado a chegar Faz cessar a saudade, princesa Corre pros meus braços E me passa a certeza De que para sempre vou poder te amar

Tássio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tássio

Eu queria não lembrar-te Queria esquecer que um dia fui teu E que tu foste minha
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Eu queria não lembrar-te Queria esquecer que um dia fui teu E que tu foste minha Queria apagar da memória os momentos que passamos Nossas viagens, planos e sonhos Queria acordar desse pesadelo No qual te vejo dizendo adeus Ao invés do sempre dito “até já” Serás agora de outro Um felizardo que colherá o que semeei eu Teu corpo pertencerá a ouras mãos Teu vestido será enlaçado por outra camisa E teus olhos admirados por outros olhos que não os meus Mas o que me resta fazer? Se o ato sem continuidade foi praticado por ti De maneira convicta, sem dor e sem pena Eu sei, já se passou bastante tempo Mas as chagas ainda permanecem abertas E sangram, sempre que tocadas Minha boca ainda deseja a tua E meu corpo pede o teu Resta chorar Se a paz acabou Findou aquele sonho lindo Hoje a realidade é dura e cruel Porque me deixaste Porque te foste...

Não me conformei com tua sentença. Interpus todos os recursos cabíveis; apelei, contra-argumentei, embarguei teus dizeres, com vistas a te fazer rever essa decisão terminativa, mas não adiantou. Sequer analisaste o mérito. Na verdade, me garantiste simplesmente o contraditório fo…
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Não me conformei com tua sentença. Interpus todos os recursos cabíveis; apelei, contra-argumentei, embarguei teus dizeres, com vistas a te fazer rever essa decisão terminativa, mas não adiantou. Sequer analisaste o mérito. Na verdade, me garantiste simplesmente o contraditório formal, haja vista que tua decisão já estava tomada. Transitou em julgado. Não há mais nada que eu possa fazer, a não ser executar o que ficou acordado, ou melhor, o que decidiste de forma arbitrária, desobedecendo os princípios aos quais estávamos submetidos. Rompeste o pacto bilateral, sem observar as garantias reais que este apresentava no bojo de suas cláusulas implícitas. Foi sem justa causa. Não me indenizaste, sequer me deste aviso prévio. Fui pego de surpresa pela tua atitude que deixou de observar o devido processo no qual figurávamos como partes, e tu, fizeste ainda o papel de órgão julgador, em uma única instância. Ignoraste nossa ficha de antecedentes, e de forma eventualmente dolosa, assumiste os riscos do ato sem continuidade que praticaste, com a agravante que o fizeste como mera executora de um delito, cujo co-autor é intelectual e não adentrou nos atos executórios, mas foi o grande mandante deste ilícito contra o meu coração. O pior de tudo é que, apesar de ter sido a vítima, eu ainda tive que arcar com todos os ônus e cumpro pena privativa de liberdade. Liberdade dos meus pensamentos, sentimentos e sonhos. Todos foram declarados ausentes e tiveram comoriência no exato momento em que você extinguiu o feito. Quando cumprir a pena até o final, certamente entrarei com uma nova ação, e espero que a outra parte não me lembre o amor que ainda sinto por você.

Eu não sou poeta Sou apenas um apaixonado Que a vida ensinou a escrever
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Eu não sou poeta Sou apenas um apaixonado Que a vida ensinou a escrever Para não viver engasgado Rimando transformo a dor em canção E da desilusão faço versos bonitos Mitos de um amante abandonado Condenado a viver longe de quem ama Não sou um fingidor Em versos descrevo o que sinto E não minto ao falar da dor Ou do amor ainda vivente Não tente dar sentido para tudo o que escrevo Sou contraditório, ambíguo e evasivo Mas vivo aquilo o que rimo E rimo sobre aquilo que vivo Sou estranho para os tolos Todos tentam entender Mas não sabem que essa dor no fundo Esconde uma pontinha de prazer